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Maria da Graça Carmona e Costa (1932-2023)

Apaixonada pelas artes plásticas, Maria da Graça Carmona e Costa contactou, nos anos 1970, com destacadas personalidades da arte portuguesa como Almada Negreiros, José Augusto-França e o crítico Rui Mário Gonçalves, iniciando a sua atividade na Galeria Quadrum, de Dulce d’Agro em Lisboa, um dos espaços mais importantes das artes visuais desse período.
No final dos anos 1980, fundou o gabinete Giefarte, a que se sucedeu, em 1997, a Fundação Carmona e Costa, com a finalidade de dinamizar iniciativas de arte contemporânea portuguesa, como exposições, conferências, edição de livros e catálogos.

Em 2000, a fundação iniciou um programa de apoio à arte contemporânea em Portugal, promovendo a Bolsa Fulbright/Fundação Carmona e Costa e a Bolsa de Estudos destinada a alunos do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual de Lisboa.

Em outubro de 2023, o MAAT inaugurou a exposição “Álbum de Família – Obras da Coleção Fundação Carmona e Costa”, que pela primeira vez é apresentada ao público “de modo sistemático”, com curadoria de João Pinharanda.

Organizada em três momentos, a primeira parte da mostra fica patente até 01 de abril, no MAAT. Na Fundação Carmona e Costa são apresentadas duas exposições sucessivas: a segunda, inaugurada em outubro de 2023, fica patente até ao final deste mês, e a terceira, de janeiro a março deste ano.

A coleção, indica a página ‘online’ do MAAT, “dá conta não apenas do gosto pessoal, mas também de parte significativa da própria história da arte portuguesa nas últimas décadas.”

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