Nau Catrineta que tem muito que contar…

De modo inesperado, partimos da xácara descoberta por Almeida Garrett no Romanceiro, transmitido por via oral entre o Povo.
Do que se trata é de seguir um relato meio real, meio fantasmático, onde se mistura a feitura dos painéis de Alcântara e da Rocha do Conde de Óbidos e o diálogo entre os nossos maiores autores modernistas, em especial Pessoa, Almada e Sá-Carneiro. A Nau Catrineta identifica a cultura portuguesa como produto de uma íntima relação entre o lirismo, a tragédia e o picaresco. Sem se levar demasiado a sério a cultura da língua portuguesa é uma rica convergência de tradição e modernidade; de identidade e cosmopolitismo; de ficar e partir. Se dúvidas houvesse, tudo vai desaguar num misto de loucura no momento em que se aproxima o Pôr-do-Sol na Torre da Barbela… Verão como o inusitado é a marca deste novo Folhetim.

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