Os Portugueses ao Encontro da sua História

Os portugueses ao encontro da sua história – Marrocos

De 27 de novembro a 4 de dezembro de 2027 (datas provisórias), com Fernando António Baptista Pereira.

Em 2027, entre 27 de novembro e 3 (ou 4) de dezembro, partiremos para a nossa segunda viagem de redescoberta de Marrocos, seguindo os vestígios da presença portuguesa no território e, ao mesmo tempo, procurando observar de perto as múltiplas camadas históricas, culturais e civilizacionais que atravessam este país milenar. 

Com entrada e saída por Casablanca, o percurso começa por um dos mais autênticos corações de Marrocos: o triângulo formado por Fez, Meknes e Volubilis. Em Fez, percorreremos as ruas de uma das mais antigas e fascinantes cidades muçulmanas do mundo, onde permanece viva a atmosfera de uma urbe medieval, feita de cores, aromas, sons e ambientes profundamente envolventes. Em Meknes, antiga capital imperial dos séculos XVII e XVIII, encontraremos a memória do poderoso sultão Mulay Ismail e de um dos períodos mais marcantes da história marroquina. E, nas proximidades, visitaremos Volubilis, a mais importante estação arqueológica romana de Marrocos, testemunho de uma presença muito anterior à formação do próprio país. 

Num segundo momento, rumaremos ao Norte, atravessando a cidade azul de Chefchaouen, fundada no século XV, num contexto marcado pela necessidade de conter a expansão portuguesa na região. Depois, seguindo a costa ou percorrendo as suas proximidades, encontraremos Alcácer Seguer, Tânger, Arzila, Larache e os campos de Alcácer Quibir — lugares onde se cruzam histórias de confronto, intercâmbio e convivência entre os portugueses chegados do mar e as populações deste verdadeiro Algarve de Além-Mar. São territórios onde essa história permanece inscrita num património vasto e diversificado, tanto material como imaterial. 

Finalmente, o nosso circuito terminará em Rabat, capital de Marrocos, onde retomaremos alguns lugares que não foi possível conhecer na nossa primeira viagem e descobriremos outros que completam este percurso. Entre eles estará o Grande Teatro de Rabat, desenhado pela arquiteta Zaha Hadid, cuja visita poderá ser acompanhada, caso a programação o permita, por um grande espetáculo. 

Será, assim, uma viagem pela história e pelo património de Marrocos, mas também pelas relações — feitas de encontros, conflitos, influências e intercâmbios — que ao longo dos séculos ligaram as duas margens do Mediterrâneo. 

Para receber informações sobre a evolução deste projeto, basta enviar um e-mail para hserra@cnc.pt 

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