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(DIS)QUIET na ilha das Flores

Termina hoje, na ilha das Flores, a residência literária (DIS)QUIET, que reuniu um pequeno grupo de escritores norte-americanos, a convite do Governo Regional dos Açores.

Depois do programa intenso de Lisboa, organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela editora Dzanc Books entre 28 de junho e 10 de julho, os participantes tiveram oportunidade de conhecer a realidade açoriana através de uma imersão na ilha das Flores, deixando-lhes tempo para escrever, aproveitando a experiência intensa que viveram nas semanas anteriores e em contraponto com a mesma. Guiados por Gabriela Silva, membro da rede de parceiros voluntários do projeto das comemorações dos 600 anos da Descoberta dos Açores, e por Onésimo Teotónio de Almeida e Leonor Simas-Almeida, os escritores foram convidados a conhecer de perto a cultura, a paisagem e as comunidades locais.

Mais do que uma Residência Literária, tratou-se de uma experiência de imersão cultural, centrada na descoberta da verdadeira essência dos Açores através do diálogo, da convivência e da criação literária.

Esta iniciativa enquadra-se nas celebrações dos 50 anos da data oficial da implementação do estatuto de Autonomia no arquipélago, e serve também como ponte para a celebração dos 600 anos da descoberta dos Açores, que se assinalam em 2027.

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