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1º TRIMESTRE 2014 – PASSEIOS DE DOMINGO

1º TRIMESTRE 2014
PASSEIOS DE DOMINGO


 


[1] Exposição “O Brilho das Cidades. A Rota do Azulejo”
Fundação Calouste Gulbenkian
Sábado, 18 de janeiro

Exposição inédita totalmente dedicada ao azulejo que reúne mais de uma centena de peças produzidas por culturas tão diversas como o Império Otomano, a Pérsia, a Índia, Inglaterra, Espanha, a Itália e a Flandres, a Holanda e, claro, Portugal. Os módulos temáticos abordam questões como o mito da cerâmica dourada, as conquistas da geometria, a importância da heráldica, o valor da mitologia cristã, a estilização da Natureza, e a representação da utopia e do quotidiano.


Guia: João Castel-Branco Pereira
Horário: 10h
Duração: manhã
Limite: 20 pessoas
Local de Encontro: edifício Sede da Fundação Gulbenkian – junto à Receção



[2] Casa Veva de Lima
Domingo, 19 de janeiro

A Casa Veva de Lima ou Palácio Ulrich, é assim chamada porque nela viveu Genoveva da Lima Mayer casada com Rui Ulrich. A casa tem cinco pisos, com cave, sótão, jardim, garagem e anexos, destacando-se a interessante entrada nobre do palácio, a escadaria de decoração neoclássica, a imitação das pedras decorativas e o empedrado do átrio com as suas pilastras coríntias.
Foi nesta casa que Genoveva Ulrich, mais conhecida por Veva de Lima, instituiu um salão literário, onde amigos e artistas conviveram num espaço de verdadeiras tertúlias.
A esta senhora se deveu a iniciativa da venda da flor a favor das vítimas da 1º Grande Guerra (1914-1918), onde e sobretudo na zona da baixa lisboeta, senhoras elegantes vendiam e colocavam flores artificiais na lapela dos casacos de senhores.


Guia: Câmara Municipal de Lisboa e Anísio Franco
Horário: 10h
Duração: manhã
Limite: 30 pessoas
Local de encontro: Rua Silva Carvalho, 238 a 242



[3] Património de Loures
Sábado, 25 de janeiro

A articulação entre a herança saloia, o património paisagístico e construído e as festividades fazem de Loures um destino a conhecer ou revisitar. Síntese de um passado essencialmente rural e de um presente dominado quer pelo desenvolvimento económico quer pelo crescimento demográfico e requalificação do território, Loures foi evoluindo como um concelho de contrastes. Paisagens urbanas e industriais marcam a zona oriental, aldeias e vilas saloias, terrenos agrícolas e zonas verdes selvagens, por sua vez, são características a norte.
Vamos conhecer a riqueza histórica, etnográfica, paisagística, arqueológica e cultural que o Concelho tem para oferecer.


Guia: Adélia Caldas
Horário: 10h
Duração: dia inteiro
Limite: 45 pessoas
Local de Encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo grande, 25)
Transporte, almoço



[4] Exposição “Mário Dionísio – 50 Anos de Pintura”
Casa da Achada – Centro Mário Dionísio
Sábado, 1 de fevereiro

Exposição de dezenas de obras de Mário Dionísio que mostra o seu percurso como pintor, de 1943 (primeiras pinturas) a 1993 (data da sua morte). Mário Dionísio foi pintor figurativo nos anos 40 e 50 e pintor abstrato a partir de 1963.Tendo participado em diversas exposições coletivas, nomeadamente nas Exposições Gerais de Artes Plásticas, na Sociedade Nacional de Belas Artes, nos anos 40-50, foi aos 73 anos que aceitou realizar, na Galeria Nasoni, a sua primeira exposição individual. Muitas das suas obras são ainda desconhecidas, nomeadamente as primeiras, anteriores às EGAPs (19431946), que pela primeira vez figuram numa exposição.


Guia: Eduarda Dionísio
Horário: 11h30
Duração: manhã
Limite: 35 pessoas
Local de Encontro: Rua da achada,11 r/c, [Mouraria]



[5] Exposição: “Rubens, Brueghel, Lorrain. A Paisagem Nórdica do Museu do Prado”
Museu Nacional de Arte Antiga
Domingo, 2 de fevereiro
O Museu Nacional de Arte Antiga recebe a primeira exposição em Portugal composta exclusivamente por obras do Museu Nacional do Prado. Os mais destacados mestres da paisagem do séc. XVII compõem esta mostra que está dividida em nove núcleos correspondentes às diversas tipologias da paisagem surgidas na Flandres e na Holanda. As duas mais características – paisagem de inverno e paisagem de água – estão também representadas através de obras de Hendrick Jacobsz, Jan Peeters e Rubens e a exposição termina com algumas das paisagens encomendadas pelo rei Filipe IV de Espanha a Claude Lorrain e Jan Both para decorar o Palácio do Bom Retiro de Madrid.


Guia: Anísio Franco
Horário: 11h
Duração: manhã
Limite: 20 pessoas
Local de Encontro: Museu Nacional de Arte Antiga – Rua das Janelas Verdes



[6] Novo Museu dos Coches
Domingo, 9 de fevereiro
O novo Museu dos Coches ocupa os terrenos das antigas Oficinas Gerais do Exército, e foi concebido em consórcio com os ateliers MMBB Arquitetos (Brasil), Bak Gordon Arquitetos, e Nuno Sampaio Arquitetos (Portugal). Deverá receber o acervo das peças do atual Museu dos Coches, criado por iniciativa da rainha D. Amélia, que reúne uma coleção única no mundo de viaturas de gala e de passeio do século XVII a XIX, na sua maioria provenientes dos bens da coroa ou propriedade particular da Casa Real portuguesa. O novo espaço expositivo do museu tem 11.880 metros quadrados, oficinas de manutenção e conservação dos coches, e há ainda um anexo com espaço para os serviços administrativos, um auditório e espaços de restauração.


Guia: Museu
Horário: 10h
Duração: manhã
Limite: 30 pessoas
Local de Encontro: (atual) Museu dos Coches – Praça Afonso de Albuquerque



[7] Rotas do Fresco – Vila Viçosa | Borba
Domingo, 16 de fevereiro

A pintura mural alentejana teve a sua origem em todo o tipo de encomendantes (nobres, confrarias / irmandades, Misericórdias, comissões fabriqueiras), e cobriu todo o território regional, existindo tanto em edifícios religiosos (ermidas, capelas, igrejas e mosteiros) como civis (palácios). O auge criativo da pintura mural alentejana centra-se no final da centúria quinhentista e primeira metade do século seguinte: ao longo do século XVII, enquanto crescia no resto do país a moda da talha, do azulejo e da pintura sobre tábua ou tela, que a pintura mural alentejana desenvolveu a sua função catequética com composições figurativas de larga escala. Recursos económicos insuficientes, impeditivos de chegar à boa pintura a óleo, têm sido apontados como causa para a diferenciação artística, ao nível da pintura mural, entre esta região e o resto do território nacional.


Guia: Rotas do Fresco e Anísio Franco
Horário: 8h
Duração: dia inteiro
Limite: 45 pessoas
Local de Encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo grande, 25)
Transporte, almoço



[8] Casa da Liberdade Mário Cesariny
Sábado, 22 de fevereiro
A Casa da Liberdade – Mário Cesariny é um espaço artístico, polivalente, com características museológicas, que presta homenagem ao poeta e pintor surrealista Mário Cesariny de Vasconcelos. Localiza-se no centro histórico da cidade de Lisboa, em Alfama e em articulação com a Perve Galeria, que lhe é contígua, acolhe um espólio artístico e documental legado pelo artista que lhe dá nome e uma coleção que começou a ser reunida nos anos 90, constitúida por diferentes núcleos temáticos, dedicados a áreas artísticas distintas. É de um espaço multifacetado que tem por base o conceito aglutinador de liberdade de Mário Cesariny e mais do que obras que se inscrevam no que se pode definir por Surrealismo ‘ortodoxo’, nesse espaço, são apresentadas obras cujo horizonte é delineado pela liberdade, seja ela formal, narrativa, epistemológica, ideológica, conceptual, política, ou religiosa.


Guia: Perve galeria
Horário: 15h
Duração: tarde
Limite: 25 pessoas
Local de Encontro: Rua das Escolas Gerais nº 13 – Alfama – Junto à igreja de Stº Estêvão



[9] Património do Oeste
Sábado, 8 de março
 
Em Porto de Mós podemos apreciar o castelo, restaurado e ampliado pelos reis D. Sancho I e D. Dinis sobre as anteriores obras mouriscas, embora alguns elementos renascentistas indiquem também uma possível intervenção nos tempos de D. Manuel. Sofreu grandes danos por ocasião do terramoto de 1755 e do sismo de 1909, sendo mais tarde recuperado pela Direção Geral dos Monumentos Nacionais. Merece ainda visita a freguesia de Reguengo do Fetal onde podemos encontrar património edificado de grande valor arquitetónico, designadamente a Capela de Senhora do Fetal, de devoção Mariana. A Ermida de Nossa Senhora da Ortiga tem uma curiosa lenda associada: reza a história que a Virgem teria aparecido a uma pastora muda. Mais tarde foi encontrada no local uma imagem, entre matos e urtigas. Os crentes mandaram construir uma capela no local. As ofertas e os ex-votos atestam a profunda devoção a N. Sra. Finalmente temos tempo para uma visita ao património de Ourém.


Guia: Adélia Caldas
Horário: 9h
Duração: dia inteiro
Limite: 45 pessoas
Local de Encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo grande, 25)
Transporte, almoço



[10] O Legado de Manuel Teixeira Gomes
Museu do Oriente
Domingo, 9 de março
O colecionismo de arte do Extremo Oriente, constituído pela coleção de terracotas e de outras antiguidades chinesas, japonesas e coreanas que foi adquirida pela Fundação Oriente, a que se acrescentaram os acervos em depósito provenientes do Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra, em que se destacam os legados do poeta Camilo Pessanha e do político e escritor Manuel Teixeira Gomes. Da notável coleção de frascos de rapé de fabrico chinês de Manuel Teixeira Gomes, a segunda da Europa, apresenta-se uma significativa seleção das diferentes tipologias que a constituem. O mesmo se passa com as peças japonesas da mesma proveniência: os inrô (pequenos contentores portáteis pessoais), as netzuke (fechos dos inrô em forma de máscara, com personagens, na sua maioria, do Teatro Nô) e as tsuba (guarda-mãos de espada), peças de cronologia alargada, a que se acrescentam, ainda no âmbito do Japão, as três monumentais armaduras e outros objetos de cerâmica, bronze, pintura e mobiliário.


Guia: Museu do oriente
Horário: 10h
Duração: manhã
Limite: 20 pessoas
Local de Encontro: Museu do Oriente



[11] Aldeias de Alenquer
Domingo, 16 de março
Alenquer dispõe de um rico património histórico do qual se salienta o convento medieval franciscano, a Igreja de S. Pedro, fundada no século XIII, o castelo e a Igreja da Misericórdia. No concelho merece destaque a Aldeia Galega, aldeia histórica de ruas estreitas e sinuosas, também conhecida por Aldeia Galega da Merceana. Para alguns autores Merceana terá origem latina -Mersi-Ana significando terras imersas do Ana. Ana seria antigo nome do rio que atravessa o concelho de Norte a Sul. Outro exemplo de um topónimo derivado do antigo nome do rio seria o de Triana, Tri-Ana, ou seja, além do Ana. Sobranceira ao Monte de Santa Quitéria, a Basílica de Meca, fundada nos finais do século XVIII. Esta obra é descrita por alguns autores como “um perfeito modelo e exemplo da arquitetura neo-clássica, com raízes nos trabalhos do convento de Mafra e uma notória aproximação estilística da Basílica da Estrela e da de Santo António da Sé, suas contemporâneas”. No adro da Igreja encontra-se um altar circular de pedra sobre o qual era tradição benzer o gado, durante a romaria anual, em honra de Santa Quitéria.


Guia: Anísio Franco
Horário: 9h
Duração: dia inteiro
Limite: 45 pessoas
Local de Encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo grande, 25)
Transporte, almoço



[12] Arouca
Sábado e Domingo, 22 e 23 de março
Dois motivos principais nos levam a esta região: o Geopark e o Mosteiro de Arouca. O Geopark é reconhecido pelo seu excecional património geológico de relevância internacional, com particular destaque para as Trilobites gigantes de Canelas, para as Pedras Parideiras da Castanheira e para os Icnofósseis do vale do Paiva. O Mosteiro de São Pedro data do século X. No ano de 1210 foi legado a D. Mafalda, por seu pai, D. Sancho I, rei de Portugal. Nos séculos XV e XVI foram realizadas obras de ampliação do mosteiro, datando o imponente edifício, tal como o vemos hoje, dos séculos XVII e XVIII. Forma um grande retângulo com três pátios interiores de onde se salienta, a norte a igreja e, do lado oposto, o antigo celeiro. O claustro em estilo neoclássico começou a ser construído em finais do século XVIII. Na igreja, são de visita obrigatória o coro, o cadeiral e o monumental órgão, expoentes do barroco nacional. O mosteiro alberga, ainda, o túmulo da princesa Santa Mafalda e o Museu de Arte Sacra. Instalado nas antigas dependências monásticas faz parte do percurso de visita ao claustro, cozinha e sala do capítulo. O acervo inclui paramentos, livros litúrgicos, pintura e ourivesaria.


Guia: Anísio Franco
Horário: 7h30 (o comboio parte às 8h)
Duração: fim de semana
Limite: 45 pessoas
Local de Encontro: átrio da estação de Santa Apolónia (junto às bilheteiras)
Transporte, alojamento, 3 refeições



[13] Condeixa-A-Nova: Fernando Namora
Domingo, 30 de março
A obra de Fernando Namora permite-nos reconstituir os caminhos percorridos pelo escritor. Como o próprio enunciou: “Os meus livros traçam com fidelidade a jornada do homem, representam um itinerário das minhas andarilhagens por terras de várias matizes.” Seguiremos os caminhos que já foram também os de Namora. Iniciaremos a nossa visita pela vila que o viu nascer, Condeixa-a-Nova, que o viu brincar até à idade de dez anos e onde abriu o seu primeiro consultório e visitaremos a Casa-museu Fernando Namora onde se conservam os seus objetos pessoais, a biblioteca particular e pinturas do próprio escritor. Por outro lado, os seus livros serão o pretexto para seguirmos os caminhos percorridos pelo escritor por outras freguesias do concelho.


Guia: Paula Oleiro
Horário: 8h
Duração: dia inteiro
Limite: 45 pessoas
Local de Encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo grande, 25)
Transporte, almoço

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