Destaque

75 anos nas Artes, nas Letras e nas Ideias

Audio-histórias do Centro Nacional de Cultura

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Para comemorar os seus 75 anos de vida, o Centro Nacional de Cultura (CNC) lançou um canal de podcasts com a sua “audio-história”.

Disponibilizamos semanalmente gravações históricas de grandes projetos que marcaram a vida do CNC no final do século XX: conferências, cursos, entrevistas e outros documentos preciosos saídos do seu arquivo histórico.


[23 OUTUBRO 2020]
Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural foi criado pelo Centro Nacional de Cultura e pela organização não-governamental Europa Nostra em parceria com o Clube Português de Imprensa e visa homenagear um cidadão europeu que, ao longo da sua carreira, se tenha distinguido pela divulgação, defesa e promoção do Património Cultural Europeu. Esta iniciativa conta com o apoio do Ministério da Cultura, Turismo de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian, onde, desde a sua primeira edição, em 2013, se realizam as cerimónias de entrega dos Prémios.
No dia da cerimónia de atribuição do Prémio Helena Vaz da Silva 2020 a José Tolentino de Mendonça, publicamos o discurso da premiada do ano de 2018, Bettany Hughes, reconhecida historiadora e autora, também responsável por programas de televisão e de rádio, que dedicou os últimos 25 anos à comunicação do passado. A sua especialidade é a História e a Cultura da Antiguidade e da Idade Média.

[16 OUTUBRO 2020]
Na semana da Cultura No Chiado publicamos, em podcast, a visita guiada ao Convento da Trindade com Anísio Franco. O edifício da Cervejaria Trindade tem 182 anos de história – já foi um convento, sobreviveu a dois incêndios, ao terramoto de 1755 e ao Estado Novo -, e um balcão cheio de segredos para descobrir.

[9 OUTUBRO 2020]
Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural foi criado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC) e pela organização não-governamental Europa Nostra em parceria com o Clube Português de Imprensa (CPI) e visa distinguir um cidadão europeu que, ao longo da sua carreira, se tenha distinguido pela divulgação, defesa e promoção do Património Cultural Europeu. Esta iniciativa conta com o apoio do Ministério da Cultura, Turismo de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian, onde, desde a sua primeira edição, em 2013, se realizam as cerimónias de atribuição.
Publicamos o discurso (em inglês) de Wim Wenders, que foi premiado em 2017 pela “forma original como consegue dar vida aos valores e ideais europeus e promovê-los além-fronteiras através do seu trabalho prolífico, que abrange filmes inovadores, exposições fotográficas, monografias, livros de filmes e coleções de prosa.”
Foi também atribuída uma menção especial à deputada do Parlamento Europeu Silvia Costa, de Itália, pelo seu contributo notável para o desenvolvimento da estratégia da União Europeia sobre o Património Cultural e para a promoção do Ano Europeu do Património Cultural 2018.

[2 OUTUBRO 2020]
Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural foi criado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC) e pela organização não-governamental Europa Nostra em parceria com o Clube Português de Imprensa (CPI) e visa distinguir um cidadão europeu que, ao longo da sua carreira, se tenha distinguido pela divulgação, defesa e promoção do Património Cultural Europeu. Esta iniciativa conta com o apoio do Ministério da Cultura, Turismo de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian, onde, desde a sua primeira edição, em 2013, se realizam as cerimónias de atribuição.
Publicamos os discursos proferidos pelos dois premiados da edição de 2016: Eduardo Lourenço, ensaísta e filósofo português, e Jean Plantureux, conhecido como Plantu (discurso em francês), famoso cartoonista do jornal francês “Le Monde”, numa cerimónia onde o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa destacou o “génio dos premiados” que “tal como Helena Vaz da Silva, nos fazem olhar com esperança para o futuro e provam que vale a pena lutarmos pela cultura e pela Europa”. Marcelo Rebelo de Sousa referiu ainda nesta sessão o facto dos premiados estarem “unidos por uma visão crítica, mas nunca negativa da Europa” e serem “acérrimos defensores da tolerância, da riqueza cultural e da abertura civilizacional”. Entre as várias personalidades presentes na cerimónia esteve António Guterres, então recém-eleito Secretário-Geral das Nações Unidas.


[25 SETEMBRO 2020]
Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural foi criado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC) e pela organização não-governamental Europa Nostra em parceria com o Clube Português de Imprensa (CPI) e visa distinguir um cidadão europeu que, ao longo da sua carreira, se tenha distinguido pela divulgação, defesa e promoção do Património Cultural Europeu. Esta iniciativa conta com o apoio do Ministério da Cultura, Turismo de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian, onde, desde a sua primeira edição, em 2013, se realizam as cerimónias de atribuição.
Em 2015, Jordi Savall, conceituado músico e maestro espanhol (Catalunha), foi o terceiro premiado pelo seu trabalho dedicado ao património, especialmente o património musical, enquanto poderoso instrumento de promoção do tão necessário diálogo intercultural na Europa e entre a Europa e o resto do mundo (discurso em francês).As Menções Especiais do Júri foram entregues ao jornalista de rádio e televisão dinamarquês Adrian Lloyd Hughes e ao jornalista cultural espanhol Rafael Fráguas.

[18 SETEMBRO 2020]
Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural foi criado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC) e pela organização não-governamental Europa Nostra em parceria com o Clube Português de Imprensa (CPI) e visa distinguir um cidadão europeu que, ao longo da sua carreira, se tenha distinguido pela divulgação, defesa e promoção do Património Cultural Europeu. Esta iniciativa conta com o apoio do Ministério da Cultura, do Turismo de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian, onde, desde a sua primeira edição, em 2013, se realizam as cerimónias de atribuição.O segundo premiado foi o escritor turco Orhan Pamuk cuja obra representa o melhor modo de enaltecer a importância do Património Cultural como realidade viva, material e imaterial, literatura e vida, memória e humanidade. Nesta segunda edição do prémio foram também distinguidos com um Prémio Especial o historiador de arte português José-Augusto França e com uma Menção Especial o jornalista holandês Pieter Steinz.Nesta playlist iremos publicar os importantes discursos de todos os premiados, na língua em que os proferiram. O discurso de Orhan Pamuk foi proferido em inglês.

[11 SETEMBRO 2020]
O Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural foi criado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC) e pela organização não-governamental Europa Nostra em parceria com o Clube Português de Imprensa (CPI) e visa distinguir um cidadão europeu que, ao longo da sua carreira, se tenha distinguido pela divulgação, defesa e promoção do Património Cultural Europeu. Esta iniciativa conta com o apoio do Turismo de Portugal e da Fundação Calouste Gulbenkian, onde, desde a sua primeira edição, em 2013, se realizam as cerimónias de atribuição.
O primeiro premiado foi o escritor italiano Claudio Magris pela sua “obra notável sobre a identidade europeia” (discurso em francês). Nesta primeira edição do prémio foram também distinguidos, com “menções especiais”, o húngaro Olivér Kovács e o turco Ozgen Acar, por iniciativas desenvolvidas nos respetivos países.
Nesta playlist iremos publicar os importantes discursos de todos os premiados, independentemente da língua em que os proferiram.

[4 SETEMBRO 2020]
Neste compacto podem ouvir-se as crónicas transmitidas entre 13 de 24 de fevereiro de 1995 no programa “Crónicas da Europa” emitido semanalmente pela Rádio Comercial com testemunhos dos então deputados europeus Helena Vaz da Silva e Francisco Lucas Pires.
Publicam-se nesta playlist vários compactos com crónicas que expõem questões da atualidade em debate no Parlamento Europeu sobre temas ligados à economia, à cultura e à lusofonia, ao desporto, à defesa, às novas tecnologias e ao clima, lembrando as decisões e as discussões sobre a construção e o futuro da Europa no final do século XX.

[28 AGOSTO 2020]
No âmbito do seu ciclo de viagens “Os portugueses ao encontro da sua História”, o CNC promoveu, em setembro de 2011, uma viagem a Malaca, Timor Leste e Indonésia (Bali, Flores, Amboino, Ternate, Tidore), guiada por Luís Filipe Thomaz.
Partilhamos, neste Verão de 2020 em que não podemos realizar a habitual viagem deste ciclo, as crónicas de Guilherme d’Oliveira Martins (então Presidente do CNC) que foram gravadas ao longo do percurso e emitidas pela Rádio Renascença.

[21 AGOSTO 2020]
Em 1995, a Rádio Comercial emitia semanalmente o programa “Crónicas da Europa” com testemunhos dos então deputados europeus Helena Vaz da Silva e Francisco Lucas Pires. Publicamos aqui vários compactos com crónicas que expõem questões da atualidade em debate no Parlamento Europeu em temas como os da economia, cultura e lusofonia, desporto, defesa, novas tecnologias e clima, lembrando as decisões e as discussões sobre a construção e o futuro da Europa no final do século XX.
As primeiras crónicas que publicamos foram transmitidas entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro de 1995.

[14 AGOSTO 2020]
Judeus e Árabes da Península IbéricaEncontro de Religiões, Diálogo de Culturas
Comunicação proferida no seminário organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela Comissão Nacional da UNESCO no convento da Orada, em Monsaraz, em janeiro de 1993.
Maria José Ferro Tavares, historiadora e professora especialista na história dos judeus e dos cristãos novos em Portugal, dedicou a sua apresentação às manifestações culturais de cristãos, judeus e muçulmanos.

[7 AGOSTO 2020]
Assinalando o aniversário de Alberto Vaz da Silva (7 de agosto de 1936-2015 – diretor do CNC, escritor, advogado, apaixonado por astronomia, astrologia e grafologia) publicamos esta entrevista na TSF, em 16 de novembro de 1999, dedicada à Nova Grafologia, área em que se especializou e dedicou grande parte da sua vida. 

[31 JULHO 2020]
No âmbito do seu ciclo de viagens “Os portugueses ao encontro da sua História”, o CNC promoveu, em setembro de 2009, uma viagem dedicada a Afonso de Albuquerque ao Golfo Pérsico, Jordânia e Cairo.
Nesta viagem, acompanhada por Anísio Franco, o grupo do CNC visitou o Sultanato de Omã, Ras-al-Khaima e o Dubai (Emirados Árabes Unidos), Bahrein, Petra, Wadi Rum e Aqaba no Mar Vermelho (Jordânia) e o Cairo (Egipto). 
No verão de 2020 não podemos realizar a habitual viagem deste ciclo e partilhamos aqui as crónicas de Guilherme d’Oliveira Martins (então Presidente do CNC) gravadas ao longo do percurso e emitidas pela Rádio Renascença.  

[24 JULHO 2020]
Nos anos 90 do século XX, o Centro Nacional de Cultura, com a coordenação do Professor João Furtado Coelho, organizou o ciclo de conferências “Matemática e Cultura” que contou com a participação de conceituados cientistas que trataram temas científicos de uma forma acessível ao público em geral.
Nesta conferência, Fernando Dias Agudo (1925-2019 – matemático e engenheiro, especialista em álgebra linear e geometria analítica) aproveita exemplos concretos da história da Matemática para mostrar que a Matemática sempre foi ciência viva, acompanhando (e determinando) o desenvolvimento cultural da Humanidade, com motivações em problemas práticos postos pela vida de todos os dias.

[17 JULHO 2020]
Nos anos 90 do século XX, o Centro Nacional de Cultura, com a coordenação do Professor João Furtado Coelho, organizou o ciclo de conferências “Matemática e Cultura” que contou com a participação de conceituados cientistas que trataram temas científicos de uma forma acessível ao público em geral.
Neste tempo em que aspetos científicos assumem contornos mais mediatizados, publicamos a conferência proferida pelo Professor António Manuel Baptista (1924-2015 – Físico Experimental), em outubro de 1992, com o título: “Autopolémicas: o insustentável peso do fruto” que, como o próprio descreve, é “uma antologia de escárnio e maldizer dos poetas relativamente à ciência” ou trata “da incomodidade da criação para com o criador.”.
Aproveitamos também a data da morte de Henri Poincaré (1854 – 17 de julho de 1912), um destacado cientista que se dedicou a variadas áreas: matemática aplicada, ótica, eletricidade, telegrafia, elasticidade, termodinâmica, teoria do potencial, teoria quântica, teoria da relatividade e cosmologia. Em mecânica celeste, no seu “Problema dos Três Corpos”, Henri Poincaré “foi o criador do caos”, como afirma António Manuel Baptista.

[10 JULHO 2020]
Assinalando o aniversário da morte de Maria de Lourdes Pintasilgo (10 de julho de 2004), voltamos ao Colóquio “Anos 60: os factores de mudança”, publicando a sua intervenção na sessão dedicada ao tema “A Igreja e os movimentos de inspiração cristã”, decorrida em março de 1990, e homenageando o seu importante papel na intervenção cívica e na Igreja em Portugal.

[3 JULHO 2020]
Celebrando o aniversário de Helena Vaz da Silva (3 de julho de 1939 – 12 de agosto de 2002), o Centro Nacional de Cultura publica a entrevista que lhe foi feita por Reinaldo Francisco no programa “O despertar dos Músicos” da Antena 2 no dia 4 de maio de 2001, dois dias depois do regresso da viagem de 21 dias a Timor e Indonésia. Essa foi a última viagem de Helena Vaz da Silva do ciclo “Os portugueses ao encontro da sua História”, que a própria criou em 1985.

[26 JUNHO 2020]
Assinala-se em junho o 80º aniversário da Exposição do Mundo Português, comemorativa dos oito séculos de Independência e dos trezentos anos da Restauração. Representou um enorme esforço do Estado Novo em associar o seu nacionalismo – autoritário, conservador, elitista, paternalista – a um passado mítico legitimador do presente. Concretizou-se com a participação de muitos artistas que deram corpo a uma obra monumental.
Em 1990, o Centro Nacional de Cultura organizou no então Belém Clube (instalado no antigo Espelho de Água com base num projeto recente do arquiteto Manuel Graça Dias) uma conferência para fazer o balanço da história e debater a questão da arte e dos artistas como meio propaganda.
Em 2020, aproveitamos a data para publicar a gravação desta conferência/debate de 1990 moderada pelo Professor José-Augusto França, que faz uma apresentação do tema, contando também com a participação dos escultores António Duarte e Lagoa Henriques, da historiadora Margarida Acciaiuoli e do arquiteto Egas José Vieira.

[19 JUNHO 2020]
Apresentamos três comunicações proferidas no seminário organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela Comissão Nacional da UNESCO no convento da Orada, em Monsaraz, em janeiro de 1993.
Sam Levy, Sheikh Munir (com leitura de Muhammad Abu Farez) e Sara Badruddin (com leitura de Faranaz Keshavjee) representaram, respetivamente, as comunidades Judaica, Islâmica e Ismaelita num painel dedicado ao tema “Interculturalismo: testemunhos e vivências”.

[12 JUNHO 2020]
Judeus e Árabes da Península Ibérica – Encontro de Religiões, Diálogo de Culturas
Seminário organizado pelo Centro Nacional de Cultura e pela Comissão Nacional da UNESCO no Convento da Orada, em Monsaraz (janeiro de 1993), com intervenções de académicos, investigadores, jornalistas e representantes das comunidades islâmica e israelita na Europa.

[05 JUNHO 2020]
No Dia Mundial do Ambiente, publicamos a intervenção de Jorge Sampaio, então Presidente da Câmara Municipal de Lisboa (novembro de 1989), no primeiro dos três Encontros Nacionais de Turismo, Ambiente e Cultura que o Centro Nacional de Cultura organizou em Lisboa, Sintra, Angra do Heroísmo e Ponte de Lima, entre 1989 e 1992.

[29 MAIO 2020]
Terminamos a publicação dos depoimentos na sessão sobre criação artística, do colóquio “Anos 60: os factores de mudança”, decorrida em março de 1990, dedicada ao cineclubismo e ao cinema, com os testemunhos de Lauro António e de João Bénard da Costa.

[22 MAIO 2020]
Voltamos ao Colóquio “Anos 60: os factores de mudança” e à sessão “criação artística”, que aconteceu em 19 de março de 1990. Desta sessão publicamos as intervenções de Eduardo Prado Coelho e de Rui Mário Gonçalves, dedicadas, respetivamente, às áreas da Literatura e das Artes Plásticas. No final de cada intervenção ouve-se uma importante interpelação de José Carlos Ferreira de Almeida a ambos sobre a importância da teoria e da reflexão crítica nos anos 60, e as suas respostas.

[15 MAIO 2020]
Especial Aniversário CNC
Publicamos alguns dos discursos proferidos na festa do cinquentenário organizada no Reservatório da Patriarcal (EPAL), em maio de 1995. Apresentamos as intervenções de Helena Vaz da Silva, do Mestre Lagoa Henriques, de Alberto Vaz da Silva e de António Alçada Baptista, importantes figuras da História do Centro Nacional de Cultura.

Helena Vaz da Silva
Virado o cabo dos 50 (anos), apontamos com a mesma ingénua persistência aos 100, na esperança de que então a ciência nos tenha dado a todos algum elixir que nos rejuvenesça e que pelo menos, como queria Jean Monnet, o C de Comércio tenha enfim cedido ao C de Cultura.

Mestre Lagoa Henriques
A cultura não se improvisa.

Alberto Vaz da Silva
Um século visto por um telescópio é um momento em direção ao futuro.

António Alçada Baptista
Isto é mais ou menos assim; a gente descuida-se e de repente está metido na História.

[13 MAIO 2020]
No dia em que se comemoram os 75 anos da fundação do Centro Nacional de Cultura, colocamos à disposição dos seguidores do nosso canal de Podcasts a gravação de um “fórum TSF” especial dedicado aos 50 anos do CNC, transmitido a 26 de maio de 1995.
Conduzido por Francisco Sena Santos, com Maria Calado (hoje Presidente do CNC) em estúdio, contou com depoimentos de Afonso Botelho (um dos fundadores do Centro), Gonçalo Ribeiro Telles (membro da Direção do CNC na altura, hoje ainda Presidente da sua Assembleia Geral), Alberto Vaz da Silva (membro da Direção), Miguel Peres (crítico de Arte), Fernando Pernes (diretor artístico da Fundação de Serralves), Gonçalo Rêgo (ouvinte do Barreiro), Guilherme d’Oliveira Martins (então Deputado da AR e Presidente da SEDES) e Nuno Krus Abecasis (antigo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa).

[08 MAIO 2020]
Lançamos uma entrevista que Helena Vaz da Silva fez a Oscar Niemeyer no Rio de Janeiro em março de 1989, durante a viagem ao Brasil no ciclo “Os Portugueses ao encontro da sua História”.

Ao longo de toda a entrevista, em que o arquiteto fala essencialmente sobre os seus projetos da Pampulha, em Belo Horizonte e de Brasília, ouve-se nitidamente Niemeyer a desenhar.
Apresentamos aqui dois desses desenhos para acompanhar a audição do nosso podcast.

[24 ABRIL e 1 MAIO 2020]
Disponibilizamos sessões e depoimentos do colóquio “Anos 60: os factores de mudança”, organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista “O Tempo e o Modo” e os 20 anos da SEDES, as sessões desse colóquio tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas de exílio, etc.

(…) É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.
~ Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC)

(…) O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos.
~ Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Podem ouvir-se os vários depoimentos da primeira sessão do colóquio, dedicada à Revista “O Tempo e o Modo” (António Alçada Baptista, João Bénard da Costa, Luís Salgado de Matos e
Mário Soares
) e da sessão “Culturas e Práticas de exílio” (António Barreto, Mário Ruivo e Manuel Alegre). Podem ser ouvidos em sequência (na playlist respectiva) ou separadamente.

[17 ABRIL 2020]
O primeiro podcast desta série é uma gravação de 1985, ano em que o CNC comemorou a passagem do cometa Halley, com o projeto Halley Hall. O Centro comemorava então os seus 40 anos e organizou uma instalação no Centro Comercial das Amoreiras, inaugurada a 25 de outubro desse ano, com a colaboração muito especial de António Palolo e de Alberto Vaz da Silva – cuja voz inconfundível se ouve neste podcast.
Comprovando a atualidade desta gravação Halley – Vem aí o Cometa, Alberto Vaz da Silva refere até “um vírus vindo do além”… (lado 1 – minuto 22’25”).


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