Home Sobre nós Serviços Novos sócios Bolsas Mecenas Contactos English Français
"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

"A Anatomia do Presente e a Política do Futuro: Portugal, a Europa e a Globalização"

A Bertrand Editora, a Câmara Municipal da Sertã e o Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes convidam para o lançamento do livro do Padre Manuel Antunes e José Eduardo Franco.

Apresentarão a obra Eduardo Lourenço e Guilherme d’Oliveira Martins, na segunda-feira, 24 de julho, às 18h00, no Auditório III da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Usarão ainda da palavra José Farinha Nunes, Presidente da Câmara Municipal da Sertã, e António Trigueiros, Diretor da Revista Brotéria.

O livro é da autoria do padre Manuel Antunes, com organização e introdução de José Eduardo Franco, prefácio de José Farinha Nunes, e posfácio de António J. Trigueiros.

Esta obra consiste numa coleção dos textos mais significativos de um dos mais brilhantes e destacados pedagogos do século XX português. Trata-se da recolha mais completa, até à data, dos grandes testemunhos da reflexão do padre Manuel Antunes, muitos de caráter prospetivo, que mantêm hoje uma atualidade plena.

A Anatomia do Presente e a Política do Futuro: Portugal, a Europa e a Globalização é, além do mais, uma reflexão em português, com uma sensibilidade portuguesa e que parte do posicionamento de Portugal na Europa e no mundo, tornando-a mais relevante do que as análises importadas.

A atualidade dessa mesma reflexão mostra-nos por um lado, o pouco que evoluímos, e, por outro, que não podemos continuar a ignorar o passado, se queremos evitar repetir os mesmos erros no futuro.

«Sem ciência e sem técnica, a humanidade não pode subsistir; sem misericórdia, ela não pode subsistir humana. Só as três formam o triângulo geodésico do nosso levantamento.»

O padre Manuel Antunes foi conselheiro do general Ramalho Eanes, fundador e principal contribuidor da revista Brotéria e o autor que mais uso fez da pseudonímia, tendo escrito sob 124 pseudónimos, muitas vezes como forma de evitar a censura. Teve mais de 15.000 alunos, entre os quais se contam algumas das personalidades mais ilustres da sociedade portuguesa atual, incluindo o Presidente da República.