Home Sobre nós Serviços Novos sócios Bolsas Mecenas Contactos English Français
"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

Passeios de Domingo

Visitas de (re)descoberta do país.

Aos fins-de-semana, mediante inscrição.

2º TRIMESTRE 2019

 

[1] Ambiente e cultura: Navigator
sexta, 12 de abril
 
Ser uma empresa global, reconhecida por transformar de forma inovadora e sustentável, a floresta em produtos e serviços que contribuam para o bem-estar das pessoas é um dos objetivos da Navigator Company.
The Navigator Company é um produtor integrado de floresta, pasta e papel, tissue e energia. A sua atividade, alicerçada em fábricas modernas de grande escala, com tecnologia de ponta, fazem da companhia uma referência de qualidade no setor. Vamos conhecer a história desta empresa, que começou como Companhia Portuguesa de Celulose, em Cacia, com a produção de pasta crua de pinho, em 1953.

Guia: Navigator Company
Horário: 9h30
Duração: manhã
Limite: 45 pessoas
Local de encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da CML – Campo Grande, 25)
Transporte

[2] Exposição "Três Embaixadas Europeias à China"
Museu do Oriente
sábado, 13 de abril 
A exposição Três Embaixadas Europeias à China possui como tema central a história dos contactos político diplomáticos entre a Europa e a China ao longo de cinco séculos (de meados do séc. XIII a meados do séc. XVIII).
Essa história teve múltiplos ciclos, avanços e recuos, entendimentos e ruturas, mas teve como constante o protagonismo de vários portugueses. São três destes protagonistas, Frei Lourenço de Portugal, Tomé Pires e Francisco Pacheco de Sampaio, que foram escolhidos para ilustrar a temática central da exposição.

Guia: Jorge Santos Alves (Comissário)
Horário: 11h00
Duração: manhã
Limite: 20 pessoas
Local de encontro: Museu do Oriente

[3] Património e Memória: Artes e Letras em Setúbal
Sábado, 11 de maio
 
Descobrir Setúbal com um novo olhar é o que lhe propomos nesta visita. Com uma história marcada por figuras de referência no panorama das Artes e das Letras, preserva viva essa memória em edifícios, praças, monumentos, museus, jardins e parques. A serra, o rio e o mar também fazem parte desta história. Sebastião da Gama, Guilhermina Suggia, Bocage, Michel Giacometti, entre muitos outros, estarão no nosso percurso que será marcado por uma nova e dinâmica abordagem do património cultural.      

Guia: Fernando António Batista Pereira
Horário: 9h30
Duração: dia inteiro
Limite: 45 pessoas
Local de encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da CML – Campo Grande, 25)
Transporte; almoço

[4] A Lisboa de José Cardoso Pires (Alvalade)
Domingo, 12 de maio
Depois de Arroios, o bairro que o autor de Alexandra Alpha, alfacinha de coração, considerava “castiço” e onde passou a sua infância e adolescência, é a vez do nosso périplo percorrer o Bairro de Alvalade onde José Cardoso Pires residiu com a família desde os anos 50. O bairro inspirou-o também a escrever algumas páginas sarcásticas, muito ao seu jeito irónico, que vamos poder ler à medida que passarmos por alguns dos locais ligados à sua vivência.

Guia: Paula Oleiro
Horário: 10h00
Duração: manhã
Limite: 25 pessoas
Local de encontro: Igreja São João de Brito

[5] A Arte no Museu Militar
Quarta, 15 de maio
 
O edifício do Museu encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1963 A exposição desenvolve-se ao longo de 33 espaços e o visitante que os percorre pode verificar que a natureza das coleções não passa unicamente pelas peças bélicas, mas também pelo património artístico patente na pintura, azulejaria e escultura, pela mão de artistas dos séculos XVIII, XIX e XX.  Aqui se encontram telas de alguns dos nomes mais representativos da escola portuguesa de pintura como Carlos Reis, Columbano Bordalo Pinheiro, José Malhoa, Sousa Lopes, Veloso Salgado e Condeixa, entre outros, sem esquecer nomes importantes da azulejaria como Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro e Leopoldo Batistini.

Guia: Vítor Lourenço
Horário: 14h30
Duração: tarde
Limite: 25 pessoas
Local de encontro: Museu Militar (a Sta. Apolónia)

[6] Património e Memória: Lima de Freitas na Estação do Rossio
Domingo, 19 de maio 
A estação ferroviária do Rossio exibe um conjunto azulejar nos quais retrata 14 figuras históricas portuguesas e os mitos e símbolos nacionais que lhes estão associados e que fazem parte da nossa cultura.
A obra, da autoria de Lima de Freitas, data de 1995 e revela uma simbiose entre o neorrealismo e o esoterismo que caraterizou o artista. Como refere o Mestre Lima de Freitas, ‘importará tentar desvendar e revelar os tesouros do imaginário de Lisboa’, desse tecido de fábulas, tradições e mitos que se foram tecendo entre a sua vocação e a sua história, visível nas lendas e narrativa do passado e guardadas na memória e no fundo do inconsciente coletivo.

Guia: Guilherme Pereira
Horário: 11h00
Duração: manhã
Limite: 25 pessoas
Local de encontro: Estação do Rossio, junto às bilheteiras

[7] Rota de José Régio
Sábado e domingo, 25 e 26 de maio
 
Qualquer roteiro literário baseado na vida e obra do poeta José Régio tem de começar em Vila de Conde, a terra onde nasceu. Aí se encontram os espaços onde passou a infância e a adolescência, os lugares que escolheu como cenário de muitos dos seus textos, nomeadamente os de carácter memorialista, bem como os lugares onde criou parte substancial da sua obra. Mesmo quando estudava em Coimbra ou ensinava no Liceu de Portalegre, foi o local de eleição para passar as férias. Sem dúvida, Vila do Conde foi um espaço de inspiração por excelência. Vamos poder passar por várias casas ligadas à vida do escritor e visitar a Casa-Museu. “Davam grandes Passeios aos Domingos” é a obra inspiradora destes percursos de descoberta iniciados na década de 1980 por Helena Vaz da Silva no Centro Nacional de Cultura.
Pela beira-mar, iremos também até à Póvoa do Varzim, terra onde nasceu Eça de Queirós, para visitar outros espaços de criação regiana como o Diana-Bar, café onde conviveu com alguns intelectuais e brotaram muitas das suas páginas.

Guia: Paula Oleiro
Horário: 8h00
Duração: fim de semana
Limite: 45 pessoas
Local de encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da CML – Campo Grande, 25)
Alojamento, transporte; 3 refeições

[8] Ciência e Cultura: Coimbra
Sábado, 1 de junho
 
O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, com as suas coleções e laboratórios históricos, é um dos mais relevantes museus de temática científica no contexto internacional. Com uma museografia atual e dinâmica, revela-nos objetos e equipamentos raros, onde se inclui o próprio edifício, permite-nos conhecer a história da ciência e a importância da reforma pombalina no ensino e na ciência no século XVIII.
O Jardim Botânico foi criado em 1772 para apoiar os estudos de História Natural e de Medicina. Figuras de referência, como Domingos Vandrelli (naturalista italiano) e Avelar Brotero (botânico português), fazem parte da identidade e da história do Jardim. Com a ambiência própria de um jardim botânico histórico, é também um espaço de apoio ao conhecimento e à investigação. 
A Casa Museu Bissaya Barreto (1886-1974) foi residência do notável médico cirurgião, professor e benemérito, figura de referência na Cultura e na Ciência no século XX. Plenamente restaurada, com a sua biblioteca, galerias de arte e todos os espaços de vivência da família, é um conjunto artístico onde arquitetura, artes e natureza se conjugam. Inclui o centro de documentação dedicado à obra do ilustre médico, cujo percurso iremos evocar e conhecer.

Guias: Fátima Nunes e Quintino Lopes
Horário: 8h30
Duração: dia inteiro
Limite: 45 pessoas
Local de encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da CML – Campo Grande, 25)
Transporte; almoço 

[9] Património e Memória: Figueiró dos Vinhos
domingo, 2 de junho 
Foi em Figueiró dos Vinhos que José Malhoa encontrou o local ideal para pintar e a inspiração para a maioria dos seus quadros, frequentemente na companhia de Henrique Pinto, seu colega do grupo do Leão, e do seu antigo professor Simões de Almeida. A sua paixão por Figueiró levou-o a construir, junto à casa de Simões de Almeida, uma residência e atelier em 1895, a que chamou “O Casulo”. Nesta visita podemos ainda admirar o Retábulo “O Batismo de Cristo” que, em 1904, o pintor ofereceu para o altar-mor da Igreja Matriz, para além da exposição do Museu e Centro de Artes de Figueiró dos Vinhos. Teremos ocasião de visitar o Convento de Nª Sr.ª do Carmo, do séc. XVII, singular pelo seu portão de entrada, pela simplicidade da fachada, pelo claustro seiscentista e pela riqueza do interior da igreja.
Depois de almoço e de um pequeno percurso na aldeia de xisto do Casal de S. Simão, vamos conhecer a ultima obra de José Malhoa na Igreja de N. Sra. da Conceição, em Chão do Couce.

Guia: Anísio Franco
Horário: 8h00
Duração: dia inteiro
Limite: 45 pessoas
Local de encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da CML – Campo Grande, 25)
Transporte; almoço

[10] Património e Memória: Alpiarça e Golegã
sábado, 22 de junho
A Casa dos Patudos foi residência de José Relvas desde os finais do século XIX até 1929, data da sua morte. Com projeto do Arquiteto Raul Lino, foi inaugurada como Museu em 1960 e aqui encontramos uma vasta coleção composta por pintura, escultura e artes decorativas.
Teremos oportunidade de conhecer a Reserva Natural do Cavalo Sorraia onde a espécie é mantida em estado semi-selvagem, onde nascem, crescem e se reproduzem sem intervenção humana.
Na Golegã visitaremos a casa-estúdio Carlos Relvas, inaugurada em 1876 e completamente dedicada à fotografia. Situado no jardim da sua casa do Outeiro, o edifício revelou-se um projeto arrojado e cuidadosamente concebido, pioneiro de uma arquitetura de transição que fundia a arte e a tecnologia em pedra, estuque, ferro e vidro.
Sujeita em 2003 a um projeto de reabilitação e restauro, a Casa-Estúdio Relvas mantém-se, na sua traça original, como um monumento ímpar da história da fotografia.

Guia: Maria Calado
Horário: 9h00
Duração: manhã
Limite: 25 pessoas
Local de encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da CML – Campo Grande, 25)
Transporte; almoço

[11] Património e Memória: Viseu
sábado e domingo, 6 e 7 de julho
 
A propósito da Exposição "Identidades, Pronomes e Emoções: as regras do retrato", que está patente no Museu Nacional de Grão Vasco, voltamos a Viseu.
“(…) O retrato serve como base para análise de personalidades, muitas vezes ocultas em poses convencionais, naquilo que cada um desejaria que fosse a sua imagem para a posterioridade. O retrato perpetua a presença daqueles que já não podem estar fisicamente entre nós. Está aqui sempre presente o apelo ao não esquecimento. Os retratados sobrevivem nas imagens que vemos e que nos devolvem a sua memória, fazendo com que a sua presença não seja esquecida. Afinal, o retrato é a evocação de alguém que não quis ficar esquecido ou que nós quisemos que não fosse esquecido. Podemos olhar para o retrato como a luta suprema pela imortalidade. Uma vez, no passado, nós existimos.”
Para além do Museu, teremos oportunidade de conhecer melhor a cidade e o seu património, como por exemplo a Sé Catedral, o Museu Almeida Moreira, fundador e primeiro diretor do Museu de Grão Vasco ou ainda o Museu do Quartzo, que está situado num antigo local de extração deste minério e idealizado pelo geólogo Galopim de Carvalho.

Guia: Anísio Franco
Horário: 8h00
Duração: fim de semana
Limite: 45 pessoas
Local de encontro: Entrecampos (em frente ao edifício da CML – Campo Grande, 25)
Alojamento; transporte; 3 refeições 

 



>> TABELA DE PREÇOS E INSCRIÇÕES

Edição: 17 de dezembro de 2015