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António Carrapatoso em junho no ciclo de debates do CPI

O ciclo de jantares-debate “Portugal: que País vai a votos?” prossegue no próximo dia 18 de junho, tendo António Carrapatoso como orador-convidado do Clube Português de Imprensa, em parceria com o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário.


18 de junho, às 20h30, na Sala da Biblioteca do Grémio Literário
Informações e inscrições: clube.portugues.imprensa@cnc.pt

Gestor e empresário com um percurso assinalável, desde a Vodafone ao grupo editorial do jornal digital Observador, do qual é um dos fundadores, Carrapatoso afirmou-se pela discrição e pela eficácia, sendo um dos nomes mais respeitados da sua geração no meio empresarial.

António Rui de Lacerda Carrapatoso nasceu em Lisboa, em 1957, e licenciou-se em Administração e Gestão de Empresas na Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa, obtendo, depois, um MBA pela Universidade Nova de Lisboa e pela Wharton School. De 1980 a 1988 foi assistente na Universidade Católica Portuguesa, regendo posteriormente a disciplina de Organização e Direção de Empresas.

Com uma vida profissional consagrada à iniciativa privada, exerceu cargos de chefia em diversas empresas portuguesas de destaque, como o Grupo CUF, onde foi administrador da Quimigal, entre outras participadas. Presidiu ao Conselho de Administração da Colgate Palmolive Portuguesa e passou pelo Grupo Espírito Santo.

Foi António Carrapatoso quem coordenou, nos anos 90, uma candidatura concorrente à atribuição da segunda licença de telecomunicações móveis em Portugal. Uma candidatura que saiu vencedora entre oito concorrentes.

Em  outubro de 1992, a Telecel iniciou o serviço ao público e, mais tarde, em  2000, depois de ter sido adquirida pelo Grupo Vodafone,  transformou-se em Vodafone Portugal.

Carrapatoso foi presidente do Conselho de Administração da Vodafone em Portugal.  Atraído pelos media, integrou entretanto o Conselho Editorial do Diário Económico, presidiu à Apritel – Associação dos Operadores Privados de Telecomunicações e foi membro da Comissão Instaladora do Compromisso Portugal.

Designado chairman da Vodafone Portugal terminou o mandato em finais de 2014, ano em que já tinha abraçado o projeto do Observador, que está a comemorar o 5º ano de atividade como jornal generalista digital, preparando-se para lançar uma nova rádio de informação, de base também digital, mas dispondo de duas frequências hertzianas para cobertura da grande Lisboa e do grande Porto.

É este gestor dinâmico, com uma visão empreendedora da economia, que completa com a paixão pelos media, que iremos ouvir no ciclo “Portugal: que País vai a votos?”, na Sala da Biblioteca do Grémio Literário.

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