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"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

A Vida dos Livros

Semanalmente, poderá encontrar a escolha de um livro por Guilherme d’Oliveira Martins. 
De 13 a 19 de fevereiro de 2017.
13 Fev 2017 - Óscar Lopes (1917-2013) é na Literatura Portuguesa um marco fundamental, como estudioso e pedagogo. Não é possível compreender a «História da Literatura Portuguesa» sem recorrermos ao livro, com o mesmo título (1ª edição, 1955), que escreveu com António José Saraiva. Os seus discípulos, de todas as orientações no campo das ideias, atestam bem a importância cultural e cívica do magistério dessa obra e o lugar fundamental que ocupa para a compreensão da cultura portuguesa.
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De 6 a 12 de fevereiro de 2017.
06 Fev 2017 - «D. Carlos de Bragança, Naturalista e Oceanógrafo» de Mário Ruivo (Fundação da Casa de Bragança, 1958) é uma pequena obra preciosa, onde se encontram dois grandes oceanógrafos portugueses, o rei D, Carlos, e Mário Ruivo, que há pouco nos deixou – permitindo-nos compreender a importância para Portugal da Costa Marítima e do seu conhecimento.
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De 30 de janeiro a 5 de fevereiro de 2017.
30 Jan 2017 - A referência nas últimas semanas a diversos aspetos da história do Centro Nacional de Cultura, levou diversos associados e amigos a pedirem mais informações sobre o papel dos católicos na transição democrática. O texto que se segue vai nesse sentido – devendo recordar-se dois livros editados sob os auspícios do CNC, «A Aventura da Moraes» e «Liberdade da Cultura – Preparar o 25 de Abril». Quem não tenha estas obras, pode solicitá-las (www.info@cnc.pt).
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De 23 a 29 de janeiro de 2017.
23 Jan 2017 - A longa entrevista realizada por Maria João Avillez, intitulada «Soares» (1996-1997) e publicada em três volumes - «Ditadura e Revolução», «Democracia» e «O Presidente» - constitui um importante percurso, esclarecido a par e passo pelo seu protagonista. É uma obra fundamental, reveladora dos mais ínfimos pormenores de um percurso riquíssimo, sem o qual não é possível compreender Portugal hoje. A releitura dessa obra é assim obrigatória para quem queira conhecer e compreender o homem e a sua ação. 
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de 17 a 23 de março 2014
17 Mar 2014 - "Por Tierras de Portugal – Un Viaje com Unamuno" de Agustin Remesal (La Raya Quebrada, 2014) é uma recriação, ancorada em testemunhos históricos coevos e na escrita do próprio D. Miguel de Unamuno, da relação do reitor de Salamanca com Portugal, feita de um modo tão especial que Teixeira de Pascoaes chegou a dizer se todos os espanhóis fossem como o escritor de "La Agonia del Cristianismo" isso tornar-se-ia perigoso para nós outros… 
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de 10 a 16 de março 2014
11 Mar 2014 - Sentimos em «Eduardo Lourenço: A História É a Suprema Ficção», entrevista de José Jorge Letria (Guerra e Paz, 2014), a força de uma extraordinária  paixão por Portugal e a demonstração da sua atualidade. O pequeno livro merece leitura atenta, para que daí partamos para o contacto direto com uma bibliografia muito rica do entrevistado a exigir melhor conhecimento.
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de 3 a 9 de fevereiro 2014
03 Fev 2014 - «Religiões da Lusitânia» (3 volumes, 1897-1913) de José Leite de Vasconcelos (1858-1941) é, no conjunto das realizações do historiador, arqueólogo e etnólogo, uma das obras mais conhecidas e marcantes. É, no entanto, muito difícil, afirmar qual o estudo mais importante que realizou, uma vez que a sua curiosidade, o seu conhecimento e a sua capacidade de ir ao encontro dos mais ínfimos elementos da cultura portuguesa dão-lhe significado e projeção ímpares, que exigem atenção e reconhecimento.
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A VIDA DOS LIVROS
27 Jan 2014 - «La Littérature en Péril» de Tzvetan Todorov (Flammarion, 2007) é um alerta contra a perigosa rutura entre a literatura e a vida, a criação e a humanidade. Em diversos momentos desta obra, o ensaísta franco-búlgaro recorda-nos Dostoievski e o sofrimento das suas personagens – e considera que é a compreensão da realidade humana, mais do que as análises formais e teóricas, que nos aproximará dos outros e de nós mesmos, como singularidades irrepetíveis em busca da dignidade.
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