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"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

A Vida dos Livros

Semanalmente, poderá encontrar a escolha de um livro por Guilherme d’Oliveira Martins. 
UM LIVRO POR SEMANA
“A Torre da Barbela” de Ruben A. (1º edição, 1964; Assírio e Alvim, 1995) é uma obra-prima barroca desconcertante, no melhor sentido etimológico das palavras. O uso do verbo e do enredo é muito exigente e só um historiógrafo experimentado poderia ter lidado, como lidou, com o anacronismo com tanta inteligência e sem despropósito.
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UM LIVRO POR SEMANA
Falemos da “Nova Gramática do Português Contemporâneo” de Celso Cunha e de Lindley Cintra (João Sá da Costa, Lisboa, 1984; Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1985). E por que razão? Pela necessidade de cuidarmos da língua. O bom uso da língua representa um elementar acto de cidadania e de respeito pelos outros. Devemo-nos fazer entender. Saber comunicar bem é uma exigência cultural e cívica. “Falar correcto” significa falar o que a “comunidade espera”, como diria Jespersen.
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UM LIVRO POR SEMANA
“A Montanha Mágica” é um dos grandes romances europeus de sempre. Thomas Mann (1875-1955) escreveu-o, dando-nos uma extraordinária metáfora sobre o seu tempo. Filho de uma brasileira de origem portuguesa (Júlia Silva-Bruhns), natural da hanseática Lübeck, Mann dá os primeiros passos literários em Munique e publica em 1901 uma saga admirável de recorte autobiográfico – “Os Buddenbrook”.
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UM LIVRO POR SEMANA
Quem somos? A pergunta é de difícil resposta, mas a leitura de “O Essencial sobre os Elementos Fundamentais da Cultura Portuguesa” de Jorge Dias (Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1985) constitui, ainda hoje, um precioso auxiliar da reflexão. O texto data de 1950, correspondendo a uma conferência proferida em Washington.
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George Steiner é um “pensador itinerante”. Ao escrever “A Ideia de Europa” (Gradiva, 2005) procurou dar-nos uma visão da cultura e da vida, longe de concepções redutoras. O professor e ensaísta, abre horizontes, suscita dúvidas, cultiva a exigência. Numa palavra, obriga-nos a pensar, para o agir. Ser e agir, literatura, arte e dia a dia encontram-se.
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David Lodge é autor de uma obra vasta e prolífera. Entre nós foi publicado há pouco “Autor, Autor” (Asa, 2005), onde está retratada a vida de Henry James. É proverbial o fino humor de Lodge, que o situa na linhagem de grandes autores britânicos contemporâneos como G.Greene, A.Burgess e E.Waugh. Nesta obra, encontramos o ambiente pós-vitoriano em todo o seu esplendor, cheio de fascínio. O mundo literário, teatral e artístico apresenta-nos as fronteiras ténues entre realidade e ficção.
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Agostinho da Silva nasceu há cem anos. Hoje recordamos a sua obra, na qual destacamos “Reflexão”, de 1958 e “As Aproximações”, de 1960 (Guimarães Editores). Para ele o melhor mestre era a vida, e a educação devia partir do concreto para o abstracto, ligando imaginação e rigor, finura e geometria.
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A nova colecção “Teofanias” revela-nos um surpreendente testemunho de procura sobre o sentido da vida. “Os Imperdoáveis” (Assírio & Alvim, 2005) de Cristina Campo é uma obra fundamental. E devemos a José Tolentino Mendonça e à tradução de grande qualidade da autoria de José Colaço Barreiros este feliz encontro.
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