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"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

A Vida dos Livros

Semanalmente, poderá encontrar a escolha de um livro por Guilherme d’Oliveira Martins. 
UM LIVRO POR SEMANA
“Stuart – A Rua e o Riso” de João Paulo Cotrim (Assírio & Alvim – El Corte Inglés) é uma obra imprescindível para quem queira conhecer a personalidade multifacetada de Stuart de Carvalhais (1887-1961), intérprete fidelíssimo, através do desenho, do país e da época em que viveu. O autor começa por dizer que “Stuart continua a ser uma nuvem na paisagem artística nacional”.
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Jaime Cortesão no seu “Eça de Queiroz e a Questão Social”, conjunto de textos dados à estampa no Brasil em 1947 (Imprensa Nacional, 2001), fala-nos de Eça de Queiroz das últimas obras e do idealismo que as alimenta e recorda o contraponto entre o universalismo das origens da Escola de Coimbra e a emergência do orgulho nacional, sob os efeitos do “Ultimatum” inglês de 1890 – “todos e cada um, feridos na sua dignidade de portugueses, procuram, ainda que por modos diferentes, reabilitar a pátria e exprimi-la na sua essência”.
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UM LIVRO POR SEMANA
“O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo” de Germano de Almeida é um retrato de Cabo Verde escrito com talento e humor. Na senda de nomes marcantes como Baltazar Lopes, António Aurélio Gonçalves, Jorge Barbosa e Manuel Lopes, Germano de Almeida impôs-se desde este seu primeiro romance como uma voz que deve ser ouvida. A frescura, a alegria, o apurado sentido crítico juntam-se neste bem urdido romance que nos permite olhar Cabo Verde com um afecto muito especial.
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“Literatura Portuguesa do Século XX”, sob a coordenação de Fernando J.B. Martinho (Instituto Camões, 2004), é um precioso instrumento de trabalho ao alcance de todos, que permite um conhecimento introdutório sobre a criação literária no último século. Fernando Martinho (sobre a poesia), Fernando Pinto do Amaral (narrativa), Maria Helena Serôdio (dramaturgia) e Serafina Martins (ensaio literário) dão-nos uma panorâmica completa, clara e compreensiva.
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A obra tornou-se um clássico. “Isaiah Berlin en toutes libertes – Entretiens avec Ramin Jahanbegloo” (Éditions du Félin, 1990) é um repositório excelente sobre o percurso intelectual do pensador inglês, e isso fica a dever-se ao cuidado e à qualidade do entrevistador. E nestes dias, em que Ramin continua preso por delito de consciência em Teerão, homenageamo-lo relendo o seu livro, e reencontrando uma das grandes referências do pensamento liberal contemporâneo.
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“Visões da Política – Sobre os Métodos Históricos” de Quentin Skinner (Difel, 2005) é uma obra de grande interesse no panorama do moderno pensamento político. Skinner é professor na Universidade de Cambridge e uma das referências no estudo e na reflexão sobre a formação do republicanismo democrático até aos nossos dias. A obra, prefaciada por Diogo Ramada Curto (e traduzida por João Pedro George), é constituída por diversos ensaios sobre questões filosóficas e metodológicas levantadas pela história política.
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Jorge Borges de Macedo (1921-1996) escreveu “História Diplomática Portuguesa – Constantes e Linhas de Força – Estudo de Geopolítica – volume I” (Tribuna de História, 2006). A obra segue um percurso desde os primórdios dos séculos XII a XIV (“a pressão da fronteira terrestre” e a “defesa do equilíbrio”) até ao “equilíbrio contingente” na sequência da Paz de Vestefália (1648) e ao confronto de hegemonias encontrado no Congresso de Viena, passando pela alternância “entre o equilíbrio e o cerco” e “o cerco e o equilíbrio” no período crucial da segunda metade do século XVI e da primeira parte de seiscentos…
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Alexandre O’Neill (1924-1986) foi entre nós um dos mais dotados artífices da escrita do último século. Quando em 1990, nas comemorações do dia 10 de Junho, António Alçada Baptista promoveu publicação da obra “Poesias Completas – 1951-1986” (Imprensa Nacional – Casa da Moeda) fê-lo com a consciência plena de que homenageava um poeta que ajudou (e muito) à introspecção do carácter português.
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