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"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

A Vida dos Livros

Semanalmente, poderá encontrar a escolha de um livro por Guilherme d’Oliveira Martins. 
A VIDA DOS LIVROS
António Alçada Batista traduziu e publicou em 1960, na então novíssima coleção «O Tempo e o Modo», de Jacques Maritain, «Os Princípios de Uma Política Humanista» (Morais). Quando comemoramos cinquenta anos da luminosa Encíclica «Pacem in Terris», dirigida por João XXIII a todos, mulheres e homens de boa vontade, a obra premonitória merece lembrança e releitura atenta.
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Pedro Tavares de Almeida e Javier Moreno Luzón coordenaram um interessante volume em que participaram os melhores especialistas ibéricos em matéria de história eleitoral. O título «Das Urnas ao Hemiciclo – Eleições e Parlamento em Portugal (1878-1926) e Espanha (1875-1923)» integra-se na excelente coleção Parlamento da Assembleia da República. Os volumes já publicados são em regra de excelente qualidade, e este constitui um acervo de grande importância, indispensável para uma reflexão informada sobre os sistemas políticos pluralistas no período considerado.
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Óscar Lopes (1917-2013) foi mais do que um pedagogo da Literatura Portuguesa, foi não só um analista inteligente e conhecedor com uma rara capacidade para realizar sínteses claras, que permitem compreendermos as continuidades e as mudanças ao longo do tempo, mas também um crítico capaz de entender as inovações duráveis e as qualidades dos novos autores, comparando-os com os consagrados. A obra «Antero de Quental – Vida e Legado de uma Utopia», Caminho, 1983, é um exemplo dessas características.
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«As Ideias de Eça de Queirós» (1943 e Gradiva, 2000) e «A Tertúlia Ocidental» (Gradiva, 1990) são dois exemplos muito ricos da vitalidade intelectual e crítica de António José Saraiva (1917-1993). À distância de mais de quarenta anos, nota-se uma vivacidade intuitiva única e uma extraordinária capacidade de se repensar e de lançar novas pistas e novos argumentos.
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Stefan Zweig (1881-1942) escreveu no exílio, em 1942, «O Mundo de Ontem – Recordações de um Europeu» (Assírio e Alvim, tradução portuguesa de Gabriela Fragoso, 2005), livro fundamental para a compreensão do século XX. Aí diz-nos amargamente: «no período anterior à guerra conheci a forma e o grau mais elevados de liberdade individual e, depois, o mais baixo nível desde há centenas de anos. Fui festejado e proscrito, livre e subjugado, rico e pobre. Todos os lívidos corcéis do apocalipse tomaram de assalto a minha vida(…). Fui à força testemunha indefesa, impotente, do inimaginável retrocesso da humanidade a uma barbárie que há muito pensava esquecida, com o seu dogma consciente e pragmático de anti-humanismo»…
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«Justice for Hedgehogs» (Harvard Press, 2011), «Justiça para Ouriços» (tradução portuguesa, Almedina, 2012), foi uma das últimas obras de Ronald Dworkin (1931-2013), na qual, partindo da distinção de Arquíloco, popularizada por Isaiah Berlin, contrapõe as lógicas das raposas e dos ouriços. As raposas sabem muitas coisas e o ouriço sabe uma coisa muito importante. Dworkin fala-nos do direito como um domínio fundamental centrado na dignidade humana, afirmando-se como um dos filósofos do Direito contemporâneos mais significativos.
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Em boa hora, a Biblioteca Nacional de Portugal acaba de publicar de Abílio Diniz Silva um documento fundamental da história portuguesa: o «Testamento Político de D. Luís da Cunha» (BNP, 2013), a merecer leitura ou releitura muito atenta, pelo que significou outrora e pelo que ainda hoje representa de inteligência e abertura de espírito.
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Na passagem dos cinquenta anos da morte de Aquilino Ribeiro (1885-1963) merece evocação uma das suas obras mais influentes e atuais. «A Casa Grande de Romarigães» (1957) é um livro de maturidade e de referência. O grande cultor da língua portuguesa manifesta-se em toda a sua riqueza, indo ao encontro das raízes da identidade e da língua.
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