Home Sobre nós Serviços Novos sócios Bolsas Mecenas Contactos English Français
"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

A Vida dos Livros

Semanalmente, poderá encontrar a escolha de um livro por Guilherme d’Oliveira Martins. 
A VIDA DOS LIVROS
«Os Políticos e o Teatro» de Duarte Ivo Cruz (INCM, 2012) fala-nos das incursões de políticos e governantes portugueses nos domínios da dramaturgia. E sabemos bem como a vida política tem muito a ver com a representação teatral – no mais genuíno sentido da palavra. Os Parlamentos são lugares da palavra e os melhores improvisos são os mais bem encenados e mais longamente preparados. Os antigos tratados clássicos de oratória e retórica assemelham-se a cuidadas lições de teatro. Profundo conhecedor da história do teatro, o autor reserva-nos interessantes e curiosas surpresas, que nos permitem conhecer melhor os meandros da nossa cultura dos últimos séculos, desde o grande mestre Almeida Garrett.
> Ler mais
A VIDA DOS LIVROS
Teolinda Gersão no seu último livro ("Cadernos II – As Águas Livres", Sextante Editora) presenteia-nos com um exercício que usou magistralmente em anteriores circunstâncias, designadamente em «Os Guarda-chuvas cintilantes». É o jogo com o tempo. «O eu surge como um feixe de possibilidades e o tempo é arbitrário, recortado de um calendário impossível».
> Ler mais
A VIDA DOS LIVROS
Se estivesse entre nós, António Quadros (1923-1993) faria noventa anos no próximo dia 14 de Julho. Em boa hora, a Fundação que tem o seu nome, organizou na Universidade Católica um importante seminário dedicado à sua obra e ao legado que nos deixou. E se desejamos manter presente a sua memória, devemos regressar à sua escrita e à sua reflexão – lembrando-nos, por todos, de «Memórias das Origens – Saudades do Futuro» (Europa-América, s.d., 1992), dedicado a Afonso Botelho, Ariano Suassuna e Lima de Freitas. Velho amigo do Centro Nacional de Cultura, não o esquecemos.
> Ler mais
A VIDA DOS LIVROS
O dia de anos de Eduardo Lourenço é 23 de maio. Assinalamos a data e teremos o gosto de o ter connosco no dia 20 para nos apresentar a reedição aumentada de «Os Militares e o Poder seguido de O Fim de Todas as Guerras e a Guerra Sem Fim» (Gradiva, 2013). A 5 de junho o Centro Nacional de Cultura associa-se à Biblioteca Nacional de Portugal em torno de uma indispensável mostra bibliográfica. Mais de que homenagens, do que se trata apenas é de agradecer a vitalidade e a força intelectual do nosso sócio honorário, que fez no CNC, no ano de 1956 a sua primeira conferência em Lisboa, na presença de Almada Negreiros. Bem haja, Eduardo!
> Ler mais
A VIDA DOS LIVROS
Carlos Queiroz (1907-1949), autor de «Desaparecido» (1935) e de «Breve Tratado de Não Versificação» (1948) foi um dos poetas mais significativos do segundo modernismo português, quer pelo talento e originalidade, quer por ter sido o elo que permitiu o contacto do movimento da revista «presença» com a geração do Orpheu, em especial com Fernando Pessoa e Almada Negreiros.
> Ler mais
A VIDA DOS LIVROS
António Alves-Caetano escreveu «Os Socorros Pecuniários Britânicos destinados ao Exército Português (1809-1814) – Subsídios para a História da Guerra de Libertação Nacional» (ed. Autor, 2013), que a partir de agora passa a constituir, para a história económica, social e militar do século XIX, um elemento fundamental, para entender os efeitos da saída da Corte para o Brasil, a preservação da independência portuguesa, o enfraquecimento das possibilidades europeias de Napoleão, o equilíbrio das finanças públicas e o reforço efetivo das potencialidades de comércio com Império brasileiro.
> Ler mais
A VIDA DOS LIVROS
Um dos edifícios emblemáticos do Conselho da UE em Bruxelas invoca o humanista belga Justus Lipsius (1547-1606), muito conhecido e influente no Portugal do seu tempo. Recordamo-lo através da obra de Martim de Albuquerque, «Um Percurso da Construção Ideológica do Estado – a receção lipsiana em Portugal: estoicismo e prudência política» (Quetzal, 2002).
> Ler mais
A VIDA DOS LIVROS
O início da edição da "Obra Completa" do Padre António Vieira (1608-1697), sob a direção de José Eduardo Franco e de Pedro Calafate (Círculo de Leitores), é um acontecimento da maior importância e ficará como um dos marcos fundamentais na vida da cultura de língua portuguesa. "Cartas Diplomáticas" e "A Chave dos Profetas" (I e II) iniciam a chegada junto do público desta obra magna, apoiado pelo Centro Nacional de Cultura, entre muitas instituições de Portugal e do Brasil.
> Ler mais