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"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

A Vida dos Livros

Semanalmente, poderá encontrar a escolha de um livro por Guilherme d’Oliveira Martins. 
A VIDA DOS LIVROS
O último número de "Le Magazine Littéraire" (agosto de 2013) é dedicado a "Dez grandes vozes da literatura estrangeira". A revista apresenta um dossiê onde se fala dos autores mundiais de referência. Lídia Jorge é um dos autores em destaque, com presença na capa.
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A VIDA DOS LIVROS
«Lumen Fidei» (Paulinas, 2013) é a nova carta encíclica, assinada pelo Papa Francisco, na sequência das anteriores de Bento XVI sobre a Caridade e a Esperança. O texto merece leitura e reflexão atentas, em estreita ligação com algumas afirmações audaciosas produzidas pelo Sumo Pontífice na recente viagem ao Brasil. O Papa não quer os cristãos instalados e indiferentes, incentiva-os a participar na vida política e cívica, não para gerirem o imediato ou conquistarem votos, mas para se preocuparem com o exercício da verdade e da justiça. E, ao falar da fé, o Papa fala de responsabilidades e de uma ética de exigência, de respeito, de atenção e de cuidado. Longe das certezas, «a fé não é a luz que dissipa todas as nossas trevas, mas uma lâmpada que guia os nossos passos na noite e isto basta para o caminho». Urge que o entendamos!
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Falar do programa «Disquiet» é perceber que noventa escritores norte-americanos postos em diálogo com escritores portugueses assemelha-se um grande e inesperado jogo, em que todos são chamados a descobrir as saídas de um labirinto, com várias saídas e diversas soluções. E a verdade é que esse exercício tem sido fascinante. E sabemos que vai ter inevitáveis efeitos futuros, na escrita, na imaginação, na possibilidade de nos entenderemos, no confronto de preocupações e de temas. Assim, Philip Graham voltou a recordar-nos o seu desafiante e irónico «Do Lado de Cá do Mar» (Presença), tradução de «The Moon Come to Earth – Dispatches from Lisbon» (University of Chicago Press, 2009) e Jacinto Lucas Pires iniciou uma nova coleção da Dzanc Books com «O Verdadeiro Ator» («The True Ator»), mercê da cuidada tradução de Jaime Braz e de Dean Thomas Ellis.
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«Peregrinações em Lisboa» de Norberto de Araújo (Quinze fascículos, s. d., 1938-1939, Parceria António Maria Pereira), com direção artística de Jaime Martins Barata, é uma preciosidade ainda nos dias de hoje. Dir-se-á que a cidade mudou muito, alargou-se, modernizou-se, perdeu elementos castiços, os seus quintais, as suas hortas, como tem dito com persistência Gonçalo Ribeiro Telles. A verdade é que ao lermos hoje Norberto Araújo (1885-1952), peregrinando connosco, seus diletos, reencontramos a história, as personagens, a memória, as raízes e compreendemos melhor Lisboa.
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A publicação da Obra Completa do Padre António Vieira (Círculo de Leitores) constitui um acontecimento cultural da maior valia. Pode dizer-se que, assim, passamos a dispor, em Portugal, no Brasil e em todo o mundo da língua portuguesa, de um extraordinário acervo literário, estilístico, retórico, histórico, político, diplomático, filosófico, epistolar, religioso e vocabular que constituirá ponto de referência para as culturas da língua portuguesa. Com Vieira atingiu-se a maturidade da nossa língua em prosa em exercícios de uma extrema beleza e arte, mas, mais do que isso, definiu-se em literatura a base do barroco luso-brasileiro, que é vastíssimo e cada vez mais tem de ser estudado como um todo – artes, letras, música, dramaturgia, tudo…
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Reler as «Memórias Económicas da Academia Real das Ciências (1789-1815)» (reeditadas pelo Banco de Portugal, sob a coordenação de José Luís Cardoso, no início dos anos noventa) é um exercício extremamente útil e necessário não só para a compreensão da realidade histórica desse período, mas sobretudo para podermos perceber as razões do atraso e as potencialidades das reformas idealizadas na transição no Antigo Regime para o liberalismo.
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Um livro? Sim, claro: «A Influência Portuguesa na Indonésia», de António d’Oliveira Pinto da França (Prefácio, 2003). É uma obra-prima, que não pode ser dispensável. Fizemos a Indonésia de lés-a-lés com essa obra nas mãos, e para todos era uma referência. Mas hoje recordamos o grande amigo, o diplomata exemplar, o cidadão, o homem de cultura. Por isso fomos buscar uma fotografia antiga de Sofia e António, para recordar tantas conversas, tantos ensinamentos… Obrigado por tudo, António! Tudo foi tão inesperadamente rápido…
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Regressado de Atenas, com a enorme satisfação de participar no jubileu da Europa Nostra e no congresso europeu do Património Cultural, depois de há um ano, termos tido esta mesma iniciativa em Lisboa, faço-o com os olhos cheios de muitas memórias numa peregrinação às raízes da civilização.
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