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"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

Evocar Helena Vaz da Silva

No dia em que faria 78 anos (3 de julho) evocamos Helena Vaz da Silva.
Presidente do Centro Nacional de Cultura de 1979 até à sua morte (2002), prestou um serviço público inestimável à divulgação da criação artística e da afirmação cultural em Portugal e no estrangeiro.

A partilha de algumas mensagens que são o mote do nosso trabalho diário e seu património afetivo e memorial, constituem a melhor forma de evocar Helena Vaz da Silva.

É de cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar.
O afecto é a nossa arma secreta, o afecto é o nosso kit de sobrevivência.
Viver não é mais do que estar atento ao exemplo dos melhores e controlar a lei da inércia que nos rege a todos, sabendo que o essencial é manter a vida a rolar, sem desistir nem nunca parar.
Mas a vida também é um colar, feito de momentos breves e inesquecíveis - um dia de férias na infância, um exame triunfal, uma viagem, um, dois, três encontros, alguns livros, certa música, o brilho de algumas ideias.
Helena Vaz da Silva: Incitações para o milénio, Lisboa, CNC, 2001

Os artistas de hoje são o património de amanhã.
Helena Vaz da Silva: Ser artista em Portugal, Lisboa, Centro Nacional de Cultura, 2000

 

Excerto de vídeo produzido em colaboração com RTP, no âmbito da Gala 70 Anos CNC.

 

Edição: 03 de julho de 2017