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"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

Passeios de Domingo

Visitas de (re)descoberta do país.

Aos fins-de-semana, mediante inscrição.

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4º TRIMESTRE 2017

[1] Rota do Café e dos Cafés de Lisboa

Sábado, 14 de outubro

Gosta de café?

Venha connosco para conhecer outras pessoas que gostam do aroma e do sabor do café e percorrer os melhores cafés de Lisboa. Visitaremos alguns dos cafés mais emblemáticos e cosmopolitas da capital e entraremos nas casas especializadas de comércio de café e chá que ainda fazem parte da corpografia e da experiência urbana.

Já Almeida Garrett desafiava……“Fazem ideia do que é o café do Cartaxo? Não fazem. Se não viajam, não saem, se não veem mundo esta gente de Lisboa! E passam a sua vida entre o Chiado, a rua do Oiro e o teatro de S. Carlos, como hão-de alargar a esfera de seus conhecimentos, desenvolver o espírito, chegar à altura do século? (…) O café é uma das feições mais características de uma terra. O viajante experimentado e fino chega a qualquer parte, entra no café, observa-o, examina-o, estuda-o, e tem conhecido o país em que está, o seu governo, as suas leis, os seus costumes, a sua religião” (Viagens na Minha Terra, cap. VII).

Guia: Helena Gonçalves Pinto

Horário: 10h15

Duração: manhã

Limite: 25 pessoas

Local de encontro: Martinho da Arcada, Praça do Comércio

[2] Ciclo Escritores – Eugénio de Andrade

Fundão

Sábado, 21 de outubro

Com o nome de José Fontinhas, nasceu o poeta Eugénio de Andrade na aldeia de Póvoa de Atalaia, concelho de Fundão, a 10 de janeiro de 1923. Como o próprio disse numa das suas entrevistas: “Devo ao céu camponês da minha infância esse princípio de paixão que me leva a procurar nas palavras o rumor do mundo”. E quando o questionaram relativamente à terra que o vira nascer, respondeu que devia quase tudo: “Minha mãe, a terra, a água, o sol, o vento. E também o espanto. E ainda a melancolia, que é a outra face do fervor”. O poeta delineou a geografia afetiva da sua poesia: “Agora os nomes que martelam o sono, / turvos ou roídos da poeira: / Póvoa, Castelo Novo, Alpedrinha, / Orca, Atalaia, nomes porosos da sede, onde a semente do homem / é triste mesmo quando brilha”. Respeitando as palavras, o nosso roteiro coincide com as terras, paisagens e costumes que decididamente marcaram a obra eugeniana e vamos poder visitar a Casa da Poesia Eugénio de Andrade.

Guias: Paula Oleiro e Câmara Municipal do Fundão

Horário: 7h45 (o comboio parte às 8h15)

Duração: dia inteiro

Limite: 35 pessoas

Local de encontro: Estação de Santa Apolónia

Transporte; almoço

[3] Exposição “Mar Mineral” Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Domingo, 22 de outubro 

Estaremos dispostos a viver sem telemóvel, computador, pomadas antivirais ou boa parte dos tratamentos anticancerígenos? E até turbinas eólicas e outras energias verdes? Se não, então a curto prazo o mundo terá de iniciar uma nova exploração oceânica, mas desta vez ocorrerá nos fundos marinhos. As riquezas a explorar serão minerais, mas o seu valor é diferente daquele que conferimos ao ouro ou à prata, já que os recursos minerais que encontramos nos oceanos, como hidratos de gás, cobalto, e terras raras e ítrio, são essenciais no desenvolvimento de tecnologias que estão presentes no nosso dia a dia e sem as quais já não sabemos viver. A Europa está agora a avançar no desenvolvimento de tecnologia que permita explorar os fundos do mar através de uma mineração responsável e ambientalmente sustentável e Portugal pode, novamente, ter um papel importante na exploração oceânica. Prepare-se para descer ao fundo do mar com o MUHNAC na exposição Mar Mineral – Ciência e Recursos Naturais no Fundo do Mar.

Guia: Fernando Barriga

Horário: 11h

Duração: manhã

Limite: 20 pessoas

Local de encontro: MUHNAC – Rua da Escola Politécnica, 56/58

[4] Ciclo “Viagens à minha terra” - Mangualde

Sábado e domingo, 28 e 29 de outubro 

Tomando como referência o título inspirador de uma das obras mais emblemáticas de Almeida Garrett, damos início ao ciclo de visitas “Viagens à Minha Terra”, na companhia daqueles que bem conhecem o lugar onde nasceram e que se destacam como figuras de referência da nossa vida cultural e cívica. Mangualde é o primeiro destino desta rota. Implantada no Planalto Beirão, ladeada pelos rios Mondego e Dão, é território antigo, onde a História se confunde com as gentes. Viu os construtores de Dólmens, foi berço dos Lusitanos, civilizou-se com os Romanos, pelejou contra os mouros e foi reconhecido por Dona Teresa e Dom Henrique ainda antes de Portugal nascer. Os pastos verdes fartam rebanhos de ovelhas e mãos sábias fazem o queijo Serra da Estrela, cuja produção vamos também conhecer. A megalítica arquitetura do Dólmen de Cunha Baixa, a ortogonalidade da construção romana da Estalagem da Raposeira, a romântica e medieval Torre de Gandufe, a beleza da Igreja da Misericórdia, a impressionante monumentalidade do Palácio dos Condes de Anadia e a vertiginosa presença da Ermida da Senhora do Castelo são alguns dos inúmeros marcos de identidade de um território impregnado de cantos e recantos de uma fantástica beleza natural.

Guias: Maria Calado e Câmara Municipal de Mangualde; Anfitrião: Jorge Coelho

Horário: 8h

Duração: fim de semana

Limite: 45 pessoas

Local de encontro: Entrecampos

Transporte; alojamento; três refeições

[5] Academia das Ciências

Terça, 31 de outubro 

A Academia das Ciências de Lisboa foi fundada a 24 de dezembro de 1779, com beneplácito da rainha D. Maria I. Os grandes responsáveis e mentores pela concretização deste projeto foram, sobretudo, o 2.º Duque de Lafões, D. João Carlos de Bragança, primeiro Presidente, e o abade José Corrêa da Serra, primeiro Secretário-geral, que, conhecedores das sociedades congéneres europeias, conceberam para Portugal uma instituição semelhante. Denominada Academia Real das Sciencias de Lisboa, assumiu a designação atual em 1910. É uma instituição de âmbito nacional que, desde sempre, mantém relações com congéneres de outros países, que tem desempenhado papel ímpar no que concerne às Ciências Exatas, Naturais e Humanas, Tecnologias e Economia. As Memórias que tem vindo a editar espelham a História das Ciências e das Letras em Portugal, bem como a evolução do estado científico e cultural do país. Instalada no antigo Convento de Jesus, um património histórico e artístico relevante, onde também se encontra o Museu Geológico, possui uma biblioteca notável, reflexo de uma atividade cultural e científica multisecular.

Guia: Academia das Ciências

Horário: 10:30h

Duração: manhã

Limite: 20 pessoas

Local de encontro: Rua da Academia das Ciências

[6] O Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos

Sábado, 4 de novembro 

O edifício sede da Caixa Geral de Depósitos é um exemplar representativo da arquitetura bancária do final do século XX, projetado pelo arquiteto Arsénio Cordeiro (1940-2013). Depois de uma fase de instalação em edifícios antigos, nomeadamente no Calhariz, a instituição concentrou os diversos serviços em instalações concebidas para o efeito, de modo a responder a necessidades de funcionamento e de imagem institucional. Ao concurso lançado em 1985, concorreram 54 Gabinetes de Projetos, refletindo o interesse e a importância da obra, inaugurada em 1993. O edifício, de grandes dimensões, destaca-se pela sua própria expressão arquitetónica e artística e articula-se com a zona envolvente (Praça de Londres e Campo Pequeno), valorizando condições de acessibilidade. Dá ainda resposta a um programa de administração e serviços de gestão centrais e engloba também a Culturgest, espaço onde tem lugar a criação contemporânea e a museografia expositiva. No interior do edifício, a presença da arte contemporânea é qualificadamente marcante, com destaque para as tapeçarias de Júlio Pomar e Júlio Resende, os painéis de azulejo de Graça Morais e Sá Nogueira, abóbada em mosaico vítreo de Eduardo Nery, os motivos escultóricos de Lagoa Henriques, Ascânio Monteiro, Clara Menéres e Fernando Conduto, bem como pintura de António Charrua.

Guias: Maria Calado e CGD

Horário: 11h00

Duração: manhã

Limite: 25 pessoas

Local de encontro: Av. João XXI, 63

[7] Nos Passos de Almada Negreiros: Centenário do “Ultimatum Futurista”

Domingo, 5 de novembro 

O pretexto para a realização deste passeio em torno do artista multifacetado José Maria de Almada Negreiros, que tanto se dedicou à escrita como às artes plásticas, é a importante conferência modernista que deu no Teatro República há precisamente cem anos, intitulada “Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX”. Nos passos de Almada, que José-Augusto França cognominou de “Português Sem Mestre”, vamos percorrer locais que se ligam ao artista órfico. O ponto de partida deste roteiro é o Hospital de São Luís dos Franceses, no Bairro Alto, sua última morada.

Guia: Paula Oleiro

Horário: 10h

Duração: manhã

Limite: 20 pessoas

Local de encontro: Rua Luz Soriano nº 20 (Hospital de São Luís dos Franceses/Bairro Alto)

[8] Património e Memória: Estremoz e Borba

Domingo, 12 de novembro 

Protegida pela Serra da Ossa, Estremoz está rodeada por muralhas e baluartes, rematados pela torre de menagem medieval. Possui duas zonas bem distintas: “a vila velha”, junto ao castelo e a “vila moderna” que se estende pela área plana, organizada em amplas ruas, avenidas e praças. De entre todos os povos que aqui viveram, ficaram vestígios das civilizações megalítica, romana, visigótica e árabe. Em 1926, Estremoz foi elevada à categoria de cidade, sendo conhecida pelo seu belo mármore utilizado na arquitetura e na conceção de artesanato, especialmente em imagens religiosas. A própria torre de menagem do castelo, em que viveram D. Dinis e a Rainha Santa Isabel e onde hoje funciona uma pousada histórica, é de mármore claro. Vale a pena visitar uma das inúmeras pedreiras de mármore da região. Das raízes de Borba muito se desconhece, mas sabe-se que foi a partir de 1302, quando o rei D. Dinis lhe concedeu carta de foral, que esta terra começou a conhecer tempos de prosperidade. Desta altura, data a construção do Castelo, edificado com o objetivo de defender esta zona de fronteira com Castela. Uma história nobre que se descobre também através de imponentes e belos edifícios com janelas gradeadas em ferro forjado e encimadas por brasões, como a Casa Nobre dos Morgados Cardosos, o Palácio Silveira Fernandes, o Solar dos Fidalgos Sousa Carvalho e Melo ou o Palácio da Família Alvarez.

Guia: Anísio Franco

Horário: 8h

Duração: dia inteiro

Limite: 45 pessoas

Local de encontro: Entrecampos

Transporte; almoço

[9] Património e Memória: Alcântara

Quarta, 15 de novembro 

Local com colinas e vales, Alcântara tinha recursos naturais existentes nas margens da ribeira e terras férteis que permitiam uma agricultura rica e variada. Foi, contudo, a partir do século XVIII que passou a ter uma ocupação urbana, coincidindo com a data de criação da freguesia. Este percurso começa no Largo do Calvário, topónimo que deve a sua designação ao Convento das religiosas franciscanas, construído em 1617 na então designada Quinta do Porto, por invocação ao Monte Calvário. A Videoteca Municipal de Lisboa está instalada no que resta das cocheiras do Palácio Real de Alcântara, atualmente conhecido por edifício da Sociedade Promotora de Educação Popular, neste local desde 1911. Teremos ainda oportunidade para visitar a Igreja de São Pedro em Alcântara (construída em terrenos doados pela rainha D. Maria Pia à Irmandade do Santíssimo Sacramento de São Pedro, uma relíquia setecentista do barroco português tardio, dos finais do séc. XVIII), o Claustro do antigo Convento do Calvário (onde funciona o Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna) e ainda a Igreja das Flamengas, dedicada a Nª Senhora da Quietação, que teve origem num grupo de freiras holandesas que se refugiaram em Lisboa. Fundada em 1582, com o apoio de Filipe II, foi projetada por Nicolau de Frias. No interior do templo, destaca-se o silhar de azulejos, datado de 1760 e da autoria de Santos Simões, que representa as atribulações das freiras flamengas.

Guia: Vítor Lourenço

Horário: 10h

Duração: manhã

Limite: 25 pessoas

Local de encontro: Videoteca Municipal – Lg. do Calvário, 2

[10] Itinerário Ciência e Cultura

Sábado, 18 de novembro 

O átrio do Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa é o ponto de partida para este novo ciclo de visitas que interliga ciência e cultura. O nosso ponto de partida é um lugar de memória cultural e científica, desde o século XVII, desde o Noviciado da Cotovia (Colégio dos Jesuítas) até ao Museu dos nossos dias, incluindo outras instituições que por aqui passaram e deixaram memória e património, como a Escola Politécnica e a Faculdade de Ciências. Há, portanto, a possibilidade de se realizarem viagens fantásticas pelo passado, por imaginários que se vão alimentando pelo olhar em redor de um espaço de cultura e ciência que esta instituição teve – e tem – no eixo de “Lisboa, Colina da Ciência”. Assim, propomos a descoberta na nossa memória de cidadãos de pormenores e referências que nos remetem para este espaço de Ciência e Cultura, onde nos fixamos por cerca duas horas, com saborosos Diálogos Intergeracionais. No final, todos estaremos mais informados, mais ricos do ponto de vista de cultura e ciência, e seguramente melhores cidadãos do mundo de hoje.

Guia: Maria de Fátima Nunes

Horário: 10h30

Duraçâo: manhã

Limite: 25 pessoas

Local de encontro: MUHNAC - Rua da Escola Politécnica 56/58

[11] Igreja do Sagrado Coração de Jesus

Sábado, 25 de novembro 

Edifício relevante da arquitetura religiosa moderna, esta igreja destaca-se pela articulação com o tecido urbano envolvente e pela clara expressão de modernidade, tanto no programa funcional como no plano construtivo e na linguagem artística. Inaugurada em 1970, a igreja insere-se no complexo edificado do qual também fazem parte os serviços paroquiais e sociais. É uma obra da autoria dos arquitetos Nuno Teotónio Pereira (1922-2016) e Nuno Portas (n. 1934), com a colaboração dos arquitetos Pedro Vieira de Almeida, Vassalo Rosa, Miguel Aragão e Duarte Cabral de Melo. A notoriedade arquitetónica e artística valeu-lhe a atribuição do Prémio Valmor em 1975 e a classificação como Monumento Nacional em 2010.

A igreja distribui-se em dois pisos, com grande nave trapezoidal, batistério e cripta. O espaço interior é amplo e a capela-mor cuidadosamente iluminada. A cor e a textura dos materiais, nomeadamente do betão armado, fazem parte da opção programática e estética, dando continuidade aos princípios do Movimento de Renovação da Arte Religiosa, desenvolvidos por Nuno Teotónio Pereira e outros arquitetos e artistas plásticos desde os anos 50.

Guias: Maria Calado e Michel Toussaint

Horário: 15h

Duração: manhã

Limite: 25 pessoas

Local de encontro: Rua Camilo Castelo Branco, nº 4 - Lisboa

[12] Património e Memória: Peniche

Domingo, 26 de novembro 

À beira-mar situada, Peniche é a cidade mais ocidental de Portugal continental, constituindo o Cabo Carvoeiro o seu ponto extremo. A cidade é um dos principais portos de pesca do país e local de embarque para excursões à Ilha das Berlengas - Reserva Natural de grande beleza, onde coexistem diversas espécies de aves e répteis com a flora típica e endémica. A sua região é rica em produtos hortícolas, produzindo batata, cenoura, repolho e tomate. O povoamento de Peniche remonta à pré-história, como atestam os vestígios arqueológicos da Gruta da Furninha. Pela região passaram também os romanos que deixaram as suas marcas. Em 1609, Filipe II concede o título de vila a Peniche. E em 1988 foi promovida a cidade. Composto por seis freguesias, o concelho é famoso pelas suas praias, enseadas e baías. Quanto ao património histórico é de salientar a monumentalidade do complexo militar do séc. XVII do qual faz parte a Fortaleza de Peniche. As suas rendas de bilros têm grande nome, tal como a festa em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem no primeiro Domingo de agosto, acompanhada por uma procissão na noite de véspera. Outra romaria importante é aquela que se realiza no terceiro Domingo de outubro. As tradições piscatórias e a fé do homem do mar marcam profundamente essas festividades. Perto de Peniche são de visitar a praia do Baleal, antiga ilha hoje ligada por um istmo à terra firme e o Cabo Carvoeiro, local de formações rochosas muito interessantes.

Guia: Anísio Franco

Horário: 8h30

Duração: dia inteiro

Limite: 45 pessoas

Local de encontro: Entrecampos

Transporte; almoço

[13] Afonso, Primeiro Duque de Bragança

Quinta a sábado, 30 de novembro a 2 de dezembro 

D. Afonso, filho natural de D. João, Mestre de Avis, nascido por volta de 1380, tornou-se num bastardo real quando o pai foi eleito rei de Portugal pelas cortes de Coimbra de abril de 1385. Criado em Leiria, onde passou a sua infância, acercou-se depois do círculo régio e já acompanhou o pai nas campanhas da guerra de Castela nos finais dos anos 90. Foi armado cavaleiro pelo pai depois da conquista de Tui, em 1397, e era conde de Neiva desde 1391. Apesar da sua subalternização dinástica em relação aos meios-irmãos, filhos da rainha D. Filipa de Lencastre, foi-lhe destinada como noiva a única herdeira do condestável D. Nuno Álvares Pereira e como dote o sogro passou-lhe o título de conde de Barcelos e todas as terras e rendas que possuía a norte do Douro. O novo casal instalou-se em Chaves e o conde tornou-se numa das personagens mais influentes do reino, o que se acentuou na crise política que decorreu durante a menoridade de D. Afonso V (1438-1448). Esteve prestes a entrar em batalha contra os infantes D. Pedro e D. Henrique, mas acabou por firmar um entendimento que lhe valeu o título de duque de Bragança, em 1442. Foi um dos protagonistas da crise política que descambou na tragédia de Alfarrobeira. Nesta viagem visitaremos as sedes do seu poder político no Noroeste de Portugal.

>> Programa completo aqui 

Guia: João Paulo Oliveira e Costa

Horário: 8h30

Duração: 3 dias

Limite: 45 pessoas

Local de encontro: Entrecampos

Transporte; Alojamento; 5 refeições

[14] Sociedade Hípica Portuguesa

Quarta, 6 de dezembro 

Fundada a 23 de março de 1911, a Sociedade Hípica Portuguesa ocupa o seu lugar na história da cidade de Lisboa, de Portugal e do hipismo nacional. Francisco Assis Jara de Carvalho, Francisco Xavier de Almeida, Jayme Roque de Pinho, José Ricardo Cabral e Manuel da Costa Latino estabelecem a missão que transita de geração para geração de consócios: “Associar todos os que cultivam o desporto hípico, ou que por ele se interessam, de modo a promover o seu desenvolvimento”. A 1 de maio daquele ano, foi inaugurada, em Lisboa, a primeira sede da Sociedade Hípica Portuguesa, na Rua Ivens. O primeiro hipódromo situava-se no Parque da Palhavã (1911-1918), tendo sido subsequentemente transferido para Sete Rios, onde permanece até 1930. A partir desta data, a Sociedade Hípica Portuguesa encontra os seus terrenos atuais no Campo Grande, ocupando a localização do antigo Jockey Club. A Sociedade Hípica Portuguesa tem sido reconhecida publicamente pelo seu mérito e o trabalho desenvolvido em prol da causa equestre e do desporto.

Guia: Sociedade Hípica Portuguesa

Horário: 11h

Duração: manhã

Limite: 25 pessoas

Local de encontro: Hipódromo do Campo Grande (junto à Piscina do Estádio Universitário)


>> TABELA DE PREÇOS E INSCRIÇÕES