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"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
Helena Vaz da Silva LER BIOGRAFIA

Cursos Livres

Cursos curtos (8 a 12 sessões) ao fim da tarde sobre temas diversos das Artes, Ciências e Letras, orientados por especialistas dentro das áreas lecionadas. Preços reduzidos para jovens e seniores.
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4º TRIMESTRE DE 2018

 

[A] ROTA DAS ÁGUAS. A PERENIDADE DA CULTURA E DA ARQUITETURA TERMAL EUROPEIA
O termalismo é uma prática médica reconhecida pela Organização Mundial de Saúde e abrange um complexo de atividades tecnológicas, médicas, desportivas, sociais e económicas, tendo em vista a terapia ou a regeneração física e psíquica dos utentes de uma estância termal dotada de água mineral natural e de instalações, equipamentos e serviços apropriados. Este reconhecimento é consequência de um longo caminho realizado desde as origens de um termalismo científico europeu, de base científica, até à plenitude de uma formação diferenciada e especializada em medicina termal e hidrologia clínica, que lhes permitam aceder profissionalmente ao exercício de funções técnicas. 

Deste o século XVIII, e sobretudo nos últimos dois séculos, as Termas transformaram-se, os edifícios respondem às necessidades de uma atividade que promove o bem-estar físico e espiritual, e em resultado disso está em mudança. 

As termas europeias adquiriram uma importância distinta e os edifícios dão corpo a uma lógica funcional e diversidade estética, mas também a uma procura cada vez mais exigente em diversos outros locais e diferentes países. No auge do seu crescimento, o microcosmo termal português tornou-se no cenário de salões de difusão cultural onde convergiram aquistas de diferentes origens geográficas, desenvolvendo-se em torno dessa matriz cultural, sob os paradigmas de Baden-Baden e Wiesbaden, na Alemanha, mas também de Bath, Cheltenham, Malvern e Tunbridge Wells, na Inglaterra. Bastaram poucos decénios para que o microcosmo termal português se afirmasse como um lugar de saúde e ócio, impulsionando o desenvolvimento de diferentes edifícios (balneários, pavilhões de nascente ou buvettes, galerias de passeio, ginásios, piscinas, hotéis, casinos, quiosques, igrejas e capelas) e espaços exteriores de recreio e de desporto (jardins, parques), facultando uma ocupação diversificada por parte dos utentes e que contribuam para o equilíbrio físico e mental associado à terapia e ao lazer pelo uso das águas. 

Ontem como hoje, o microcosmo termal reinventa-se, regenera-se e o futuro passa pelo mérito da preservação de um património que mantém a sua originalidade, num ato vivo colocado ao serviço da saúde e do bem-estar do homem. 

I – O Termalismo. A invenção do território sensível para as águas
II – Ao ritmo das águas. Marcos da arquitetura termal europeia
III – A arquitetura termal portuguesa. Da tradição à contemporaneidade
IV – Os novos desafios do património e do território termal 
V – Visita às Alcaçarias de Lisboa e aos Banhos de São Paulo (atual sede da Ordem dos Arquitetos) 

Coordenação: Helena Gonçalves Pinto
Horários: quintas e sextas-feiras 15, 16, 22 e 23 de novembro; das 17h30 às 20h 
visita:
 24 de novembro (Alcaçarias e Banhos de S. Paulo); das 10h às 14h
Duração: 5 sessões 

[B] PORTUGAL NA AVENTURA DE VOAR: INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA AERONÁUTICA PORTUGUESA 

Com raízes tão remotas quanto incertas, mas seguramente com mais de trezentos anos, a gesta da Aeronáutica portuguesa reparte-se pelos planos históricos do mais leve e do mais pesado do que o Ar, ou seja, pelas duas trajetórias oferecidas pela “ciência da navegação aérea” para alcançar a ascensão e o voo, e que estão na origem da Aerostação e da Aviação.

E é sobre gente de balões e aviões que irá versar este Curso de Introdução à História da Aeronáutica Portuguesa, o qual terá seis sessões, repartidas por duas temáticas; a da Aerostação, que incide sobre o os acontecimentos registados entre os anos de 1709 e 1915, e a da Aviação, que se ocupará das ocorrências que marcaram a sociedade portuguesa entre 1909 e 1939.

Como complemento, e a culminar o termo do curso, temos prevista uma visita, especial para o Centro Nacional de Cultura, ao novo Museu do Ar, na Granja do Marquês, em Sintra, onde também estão sediadas a Base Aérea n.º1 e a Academia da Força Aérea Portuguesa.

Coordenação: Lourenço Henrique Henriques-Mateus
Horário: terças-feiras; das 18h30 às 20h 
Duração: 
6 sessões; 6 de novembro a 11 de dezembro  

 


  

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Edição: 20 de abril de 2016