﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0" xmlns:blogChannel="http://backend.userland.com/blogChannelModule"><channel><title>Artigos do CNC</title><link>http://www.cnc.pt/</link><language>pt-pt</language><description>Artigos do CNC</description><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA[O “Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal”, dirigido por José Eduardo Franco, José Augusto Mourão e Ana Cristina Costa Gomes (Gradiva, 2010) é um repositório exaustivo sobre o tema proposto, que abrange, ao longo de mais de mil páginas, instituições cristãs (católicas, protestantes e evangélicas), hindus e budistas, esotéricas, maçónicas, templárias, neotemplárias e míticas, honoríficas e civis e profissionais. Trata-se de um trabalho de vários anos, elaborado com rigor e sentido pluralista, que merece elogio, por se afirmar como uma obra de referência da maior utilidade.]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=746</link></item><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA[George Steiner numa obra fascinante - «Os Livros que Não Escrevi» (Gradiva, 2008) – trata a questão das Humanidades, a propósito das reformas do ensino (secundário e superior), e percebemos que a única maneira de defender, coerente e eficazmente, essa causa nos dias de hoje obriga a ir muito para além dos lugares comuns tão repetidos, que nos levam amiúde a saudosismos inúteis que nada têm a ver com um pensamento sério sobre o combate à ignorância e à mediocridade.
]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=745</link></item><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA[«Os Melhores Contos do Padre Brown» de G.K. Chesterton (Assírio e Alvim, Colecção Teofanias, 2010) com selecção e apresentação de Peter Stilwell e tradução de Jorge Pereirinha Pires leva-nos a uma das personagens mais desconcertantes e ricas da literatura policial. Celebrizada no mundo literário e popularizada numa célebre série televisiva dos anos setenta com Kenneth More, para não falar do desempenho de Alec Guinness em 1954, a figura do Padre Brown (que Evelyn Waugh expressamente invoca em “Brideshead Revisited”) é uma curiosíssima síntese entre o método de Chesterton baseado na ironia e no paradoxo e o apelo à refinada inteligência dos leitores.]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=744</link></item><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA[«Os Dias de Portugal – Discursos de João Bénard da Costa» (Presidência da República, 2010) é um livro para ler, meditar e guardar. A obra inicia-se com uma belíssima fotografia da autoria de Luís Filipe Catarino, datada de Janeiro de 2005, tirada em Mântua, que marca a mensagem fundamental do autor, que falando de Portugal e dos portugueses, trá-los dos confins do mundo culto para os tornar ainda mais interessantes, do que à primeira vista podem parecer...]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=743</link></item><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA["O Outro" de Ryszard Kapuscinski (Campo das Letras, 2009) é uma obra fundamental para a compreensão da diversidade contemporânea, tendo sido escrita a partir da riquíssima experiência deste jornalista célebre com missões de elevado risco nos lugares mais perigosos do planeta. Trata-se de um pequeno livro escrito com muito talento, cuja leitura é indispensável nos tempos actuais, pela qualidade da escrita, pela argúcia dos argumentos e pela profundidade das reflexões filosóficas e antropológicas.]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=742</link></item><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA[Acaba de sair uma importante obra da autoria de Vítor Aguiar e Silva, professor da Universidade do Minho e antigo professor da Universidade de Coimbra, académico ilustre, que merece uma leitura atenta e que põe a tónica no momentoso problema. Falo de «As Humanidades, os Estudos Culturais, o Ensino da Literatura e a Política da Língua Portuguesa» (Almedina, 2010), instrumento precioso pela pertinência das considerações que contém e pelos apelos que nos obriga a considerar. Li e reli com prazer e deleite os diversos textos (alguns dos quais já conhecia) e encontrei matéria suficientíssima para muitas reflexões e para sérios motivos mobilizadores – em prol da cultura, da língua, da educação e da ciência, contra cépticos e dogmáticos.]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=741</link></item><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA[O livro de Enzo Bianchi “Para uma Ética Partilhada” (Tradução de Artur Morão, Pedra Angular, 2009) é uma actual e belíssima reflexão sobre o mundo contemporâneo, sendo de uma grande oportunidade, em especial quando sentimos os efeitos da crise económica e financeira e percebemos que uma resposta ética actuante exige coerência e eficácia, para que os problemas actuais não venham a repetir-se, em condições certamente ainda mais gravosas para todos, não apenas para as contas, mas fundamentalmente para a coesão social e para a confiança nas instituições da democracia.]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=740</link></item><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA[As obras completas de Manuel Teixeira-Gomes (1860-1941) estão a ser publicadas pela Imprensa Nacional - Casa da Moeda, constituindo uma excelente oportunidade para tomar contacto com um dos melhores prosadores do século XX. Em 2009, saiu o segundo volume, que reúne “Gente Singular” (1909), “Novelas Eróticas” (1935) e “Maria Adelaide” (1938), com Prefácio de Urbano Tavares Rodrigues e notas do mesmo e de Helena Carvalhão Buescu e Vítor Wladimiro Fereira. Estamos perante belos textos que realçam personalidades multifacetadas, lugares de magia cosmopolita, o Algarve que o autor amava e a sensualidade em estado puro…  ]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=739</link></item><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA[Em vésperas de completar oitenta anos de idade e sessenta de vida literária, Albano Martins (n. 24.7.1930) acaba de ver editada a antologia “As Escarpas do Dia – Poesia 1950-2010” (Afrontamento, 2010), que constitui mais do que uma homenagem, a oportunidade de podermos ter acesso à produção literária de um poeta de créditos firmados, que tem interpretado a terra, a vida e o quotidiano de um modo sentido e talentoso, apesar da discrição, sempre acompanhada por uma grande exigência literária. Com António Ramos Rosa foi um dos fundadores da “Árvore – Folhas de Poesia” e, ao lado de José Augusto Seabra, foi dos principais animadores da revista e movimento sedeado no Porto da “Nova Renascença”.]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=738</link></item><item><title>A VIDA DOS LIVROS</title><description><![CDATA[“Viagem a Portugal” de José Saramago (1ª edição, 1981) integra-se no género da literatura de viagens, mas é mais do que isso. Trata-se de tentar ver Portugal de um modo talvez mais atento. Usar olhos de ver. O autor quis deambular pelos lugares, mas também pelas invocações, caminhando ao encontro do inesperado. Há viagens e há crónicas, e há a tentativa de compreender a natureza e as pessoas, em diálogo constante. «É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já». E o país assim torna-se apaixonante. Já Garrett no-lo dissera e demonstrara. Neste momento, em que o escritor nos deixa fisicamente é bom voltar aos seus passos peregrinadores, talvez para que possamos, nós mesmos, descobrir melhor “aqui onde o mar acaba e a terra principia”, ou se quiserem, como se diz no fecho de “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, “aqui onde o mar se acabou e a terra espera”…]]></description><link>http://www.cnc.pt/Artigo.aspx?ID=737</link></item></channel></rss>